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FAQ - malária
(Powered by Yahoo! Answers)

eu gostaria de saber se existe alguma sequela em filhos de pai que teve malária, se isso é possivel ?


se isso é possívell geneticamente falando?
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Mal%C3%A1ria
tire suas duvidas sobre a doença neste site ,pode ter ajudar...  (+ info)

Cuidados de enfermagem para pacientes com malária?


Alguém poderia me ajudar, estou precisando fazer um trabalho sobre assistencia de enfermagem fundamentada para pacientes com malária....desde já agradeço ;)
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Pacientes em tratamento com quinina podem apresentar acentuação. da hipoglicemia.
portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/manu_terapeutica_malaria.pdf  (+ info)

Malária, Dengue e Mal de Chagas são parasitoses ???


Estou fazendo um trabalho e nele pede algumas parasitoses comuns em goiás e eu não sei se malária e mal de chagas e dengue são parasitoses ?
Na verdade axo que não entendi muito bem isso de parasitoses....
por favor me ajudem !!!
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Doença de Chagas é uma parasitose sim, pois é causada pelo Trypanosoma cruzi (protozoário flagelado).

Dengue, eu não tenho certeza, mas acho que não é (apesar de estudos afirmarem a probabilidade de exitir um parasita mutante do vírus, ou algo assim, mas ainda não me atualizei sobre o assunto).

Malária é uma parasitose sim. É causada pelo Plasmodium sp (protozoário esporozoário)

Mas você pode falar de outras parasitoses comuns em GO, como leishmaniose. Eu não lembro de mais nenhuma agora.

Espero ter ajudado.  (+ info)

Vc sabia que o inhame evita malária, dengue e febre amarela?


O INHAME LIMPA O SANGUE
É um dos alimentos medicinais mais eficientes que se conhece: faz muitas impurezas do sangue saírem através da pele, dos rins, dos intestinos. No começo do século já se usava elixir de inhame para tratar sífilis.
FORTALECE O SISTEMA IMUNOLÓGICO
Para mais informações acesse: http://www.jornalorebate.com.br/site/dengue
Abraços,
Os médicos orientais recomendam comer inhame para fortificar os gânglios linfáticos, que são os postos avançados de defesa do sistema imunológico.
Curioso que a forma do inhame seja tão semelhante à dos gânglios...
EVITA MALÁRIA, DENGUE, FEBRE AMARELA
A presença do inhame no sangue permite uma reação imediata à invasão do mosquito, neutralizando o agente causador da doença antes que ele se espalhe pelo corpo.Aldeias inteiras morreram de malária depois que as roças de inhame foram substituídas por outros plantios.
É MAIS PODEROSO QUE A BATATA
E tem a vantagem de ser nativo, enquanto a semente da batata é importada. Inhame dá com fartura em qualquer lugar úmido. Em vez de apodrecer na cesta, como a batata, ele brota e produz mais inhames. Nas mulheres aumenta a
fertilidade porque contém fitoestrógenos, hormônios vegetais, importantes na menopausa e após.
MEDICINAL É O PEQUENO, CABELUDO
Marronzinho por fora, com a pele variando de roxo a branco. Existem ainda o inhame do norte e o cará, maiores e mais lisos, que são muito bons para comer mas não têm o mesmo poder curativo do inhaminho (também chamado de inhame chinês).
A FOLHA PARECE COM A TAIOBA
É da mesma família; ao contrário do que se pensa, a folha do inhame também serve para comer, cozida ou refogada. Às vezes pica muito, como a taioba.
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Sim sabia

Esse tubérculo Contém fósforo, ferro, cálcio, vitaminas B1 e B5, muito consumido antigamente , mas hoje em dia pouco conhecido .  (+ info)

O que é a doença malária?


Transição, tratamento, sintomas, prevenção e ciclo evolutivo?
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A malária, também conhecida como paludismo, é uma doença típica de países tropicais. No Brasil, por exemplo, é comum na região da floresta amazônica, fazendo muitas vítimas todos os anos. Na África, esta doença também é muito comum.

A malária é provocada por protozoários parasitas que são transmitidos para o ser humano através da picada da fêmea do mosquito anopheles. O mosquito pica uma pessoa contaminada, levando os protozoários para outra pessoa.

Após ter adquirido a doença, a pessoa começa apresentar alguns sintomas. O principal deles é a febre. O doente começa sentir muito frio, seguido de fases de extremo calor. Estas febres são constantes, porém a periodicidade é irregular. As dores de cabeça, náuseas, hemorragias e fadiga também são sintomas.

A doença pode provocar problemas hepáticos, respiratórios, cardiovasculares, cerebrais e gástricos. Após apresentar os sintomas, a pessoa deve ser conduzida rapidamente a um médico ou hospital para começar o tratamento. Este é feito a base de remédios e de uma substância chamada quinina.

Já existem vacinas em desenvolvimento contra esta doença. É importante evitar regiões com incidência desta doença. Outra precaução é tentar eliminar o mosquito anopheles, dificultando sua reprodução.  (+ info)

qual é o pais mais afetado pela malária?


gente respondi aê eh prum trabalho da facul..

agradeço desd jah;...
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ESTOU TE MANDANDO UM LINK A RESPEITO DO ASSUNTO. ESPERO QUE AJUDE NA SUA DÚVIDA.ABRAÇOS.  (+ info)

o que é profilaxia da malária ?


Profilaxia é prevenção. Bom, de imediato, eu pensaria no combate ao mosquito "Anopheles" (transmissor dessa doença), uso de mosqueteiro, etc.  (+ info)

Vacinação contra malária?


A enfermeira Marizete Borges de Abrêu, teve morte causada por falência mutiplas de orgãos ao vacinar-se contra a malária, pois a mesma era portadora de lúpus, doença que altera o sistema imunológico; você sabia que transplantados, portadores de aids, quimioterápicos, hematológicos, usuarios de cortisol, crianças menores de 6 meses, e idosos NÃO devem tomar este tipo de vacina ?
E se quem tomou, foi inquirido a respeito de alguma restrição médica?
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Eu creio que o que existem por falta da população e falta de atençao, pois os meios de comunicaçao vive informando que essa vacina nao sao todos que podem tomar, quem ja tomou ha sua duraçao é de 10 anos, etc., mas as pessoas se apavoram e tomam a cada 2 dias, tomam mesmo com as contra indicação, tomam mesmo sem ir para as areas de risco,etc., veja as noticias que pessoas estao sendo internada por tomarem doses entre 2 dias de diferenças, é um obsurdo, entao gente é melhor usar o bom senso e nao deixar o medo tomar conta do bom senso.  (+ info)

As vacinas admistradas quando se vai para angola tiram a potencia?


Gostava de saber mas queria respostas mesmo verdadeiras se as vacinas que se tomam quando se viaja para angola se tiram a potencia ao homen. Vacinas para proteger da Malária, da Febre Amarela, da Cólera, e outras. Pode não ser defenitivo mas se os seus efeitos secundários pode provocar impotência. Obrigada!
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rsrsrsrs. Amiga se fosse assim nem um homem aceitaria vir para Angola.
Não acontece. As vacinas são para protecção e não para arranjar outros problemas.
Bjo. Muita luz e paz  (+ info)

Tudo sobre a malária?


HISTÓRICO

A malária é uma doença que acomete o homem desde a pré-história. Originada provavelmente no Continente Africano, que é entendido como o "Berço da Humanidade", acompanhou a saga migratória do ser humano pelas regiões do Mediterrâneo, Mesopotâmia, Índia, e Sudeste Asiático. A chegada da doença ao Novo Mundo ainda hoje é motivo de especulações, já que não se dispõe de informações confiáveis. É possível discutir hipóteses tais como viagens transpacíficas em tempos remotos, bem como viagens de colonizadores espanhóis e portugueses a partir do século XVI.
Apesar de a associação com a malária ser incerta, existem referências a febres sazonais e intermitentes em textos religiosos e médicos bastante antigos, entre os assírios, chineses e indianos, que relacionavam a doença à punição de deuses e presença de maus espíritos. No século V a.C., na Grécia, Hipócrates foi o primeiro médico a descartar a superstição e relacionar a doença às estações do ano ou aos locais freqüentados pelos doentes. Também foi o primeiro a descrever detalhadamente o quadro clínico da malária e algumas de suas complicações. Depois dele, no século II d.C., diversos médicos gregos e romanos deixaram várias referências sobre a doença, que ocorria em epidemias cíclicas na Grécia, Itália e diversas partes da Europa, onde era conhecida como "Febre Romana".
Durante quase 1500 anos pouco foi acrescentado ao conhecimento sobre a doença e seu tratamento. Somente no século XVII ocorreu a observação por padres jesuítas da utilização, por populações indígenas da América do Sul, da casca de uma árvore nativa para o tratamento de alguns tipos de febre. Seu uso se espalhou rapidamente pela Europa e passou a ser conhecido como "pó dos jesuítas" e a árvore de onde era extraído recebeu o nome de Cinchona em 1735. Seu princípio ativo, o quinino, foi isolado em 1820.
No século XVIII a doença recebeu o nome italiano de "mal aire", que significa mau ar ou ar insalubre, já que à época acreditava-se que era causada pelas emanações e miasmas provenientes dos pântanos.
Somente no final do século XIX, quando bacteriologistas e patologistas estavam descobrindo as causas de diversas doenças infecciosas, com a observação de alterações mórbidas em órgãos e tecidos, bem como notando o papel de insetos na transmissão de algumas doenças, é que o conhecimento sobre a malária passou por um período de importantes descobertas. Em 1880, o médico do exército francês Charles Alphonse Laveran, trabalhando na Argélia, foi o primeiro a observar e descrever parasitas da malária no interior de glóbulos vermelhos humanos. Em 1897, o médico britânico Ronald Ross, trabalhando na Índia, tornou possível a elucidação do modo de transmissão, a encontrar formas do parasita da malária no interior de um mosquito que havia se alimentado em um portador da doença. O quadro completo do ciclo de desenvolvimento do parasita da malária no homem e na fêmea do mosquito Anopheles foi obtido posteriormente graças aos pesquisadores italianos Amico Bignami, Giuseppe Bastianelli e Batista Grassi, em estudos realizados entre 1898 e 1899.
Durante a primeira metade do século XX muitas pesquisas eram dedicadas ao controle da malária, especialmente no sentido de reduzir ou eliminar a presença de criadouros do inseto transmissor, o que se mostrou bastante eficiente em algumas situações. Exemplo maior, foi a eliminação da infestação pelo Anopheles gambiae, mosquito de origem africana e talvez o melhor vetor da doença no mundo, que no final da década de 1930 invadiu a região nordeste do Brasil. Independentemente de quaisquer dificuldades que o inseto possa ter encontrado para se adaptar ao novo ambiente, sem duvida o que se mostrou decisivo na sua eliminação foi o árduo trabalho de todos os envolvidos na brilhante ação, lançando mão de todos os conhecimentos e recursos existentes à época.
Em outra direção, as dificuldades no fornecimento do quinino durante a Primeira Guerra Mundial estimularam pesquisadores alemães para a obtenção de antimaláricos sintéticos, culminando com o desenvolvimento da pamaquina (1924), mepacrina (1930) e cloroquina (1934).
Paralelamente, eram desenvolvidos estudos para a síntese de substâncias com ação inseticida, que apresentaram seu ápice em 1942, com a obtenção por Paul Muller do composto dicloro-difenil-tricloroetano (D.D.T.), que apresentava grande atividade inseticida, grande poder residual e baixo custo.
Com base nos conhecimentos adquiridos sobre o inseto transmissor, que apresentava atividade no interior dos domicílios, sendo que após o repasto sangüíneo repousava por horas nas paredes internas das casas, nas características do DDT, que poderia ser aplicado nas paredes, e na existência de drogas efetivas para o tratamento, muitos foram levados a crer na possibilidade de a doença ser erradicada, pela eliminação do parasita e não necessariamente do mosquito.
Tendo sido este conceito adotado na Assembléia Mundial de Saúde em 1955, a Organização Mundial da Saúde lançou em 1957 as bases para a Campanha Mundial de Erradicação da Malária, que incluía uma fase preparatória, com a identificação de todas as áreas malarígenas e seus imóveis em condições de receber a aplicação do inseticida, seguida de uma fase de ataque, com a borrifação semestral de DDT nos imóveis, tratamento de todos os moradores com sintomas, coleta de amostras de sangue para confirmação laboratorial e aplicação de medidas de controle de criadouros dos mosquitos (drenagem, aplicação de larvicidas, etc...). Nesta fase era obrigatória a observação do princípio de cobertura total.
A terceira, ou de consolidação, tinha lugar após 3 ou 4 anos, desde que não mais fossem detectados casos autóctones ou a região apresentasse incidência muito baixa (menor que 0,1casos/1000 habitantes). Também era necessário que a possibilidade de reativação de focos de transmissão fosse mantida níveis extremamente baixos.
A última fase, ou de manutenção, tinha início quando, após a completa cessação de uso de inseticidas por no mínimo três anos consecutivos, não havia evidências de transmissão natural da malária e a vigilância, visando manter a erradicação, passaria para os serviços gerais de saúde.
Como conseqüência, por volta de 1970, os programas de erradicação haviam livrado do risco da doença cerca de 53% da população residente em áreas malarígenas, evitando milhões de mortes e contribuindo para o desenvolvimento sócio-econômico de grandes áreas, especialmente na Ásia, sul e sudeste da Europa e nas Américas.
Entretanto, devido à redução das atividades de controle, crises econômicas, aumento dos custos dos inseticidas, surgimento de resistência dos anofelinos aos inseticidas e dos parasitas aos antimaláricos, a situação se deteriorou na década de 1980 e, exceção feita à Europa e América do Norte, ocorreu o aumento progressivo no número de casos na maioria dos países. Isto levou à revisão da estratégia global de erradicação e à decisão de adotar atividades de controle integradas a programas nacionais de longo termo, visando reduzir os níveis de transmissão, contando com a participação da comunidade, para alcançar êxito nas atividades que dela dependessem. Desta forma, aliando-se medidas de controle do vetor, acesso ao diagnóstico laboratorial e tratamento eficaz e imediato, tornou-se possível ao menos obter redução significativa da morbidade e, especialmente, da mortalidade por malária. Porém, ainda hoje a doença se faz presente em cerca de 100 países, especialmente na África, Ásia e Américas Central e do Sul.

2. ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS

Magnitude e Distribuição Geográfica: A malária está presente nas regiões tropicais e subtropicais do planeta. O maior foco de transmissão é a África Sub-Sahariana onde ocorrem 90% dos casos no mundo. A malária é endêmica 53 países na África (incluindo 8 países ao sul), em 21 países nas Américas, 4 países na Europa e 14 na região leste do Mediterrâneo, e no sudeste Asiático. A cada ano ocorrem, ocorrem 300 a 500 milhões de casos, com cerca de 1 milhão de óbitos. Estes óbitos ocorrem na África, em áreas remotas com difícil acesso aos serviços de saúde. Dos 25 a 30 milhões de pessoas que viajam para áreas endêmicas, entre 10 a 30 mil contraem malária.

Área endêmica de Malária


Fonte: Adaptado da OMS
1997

No Brasil, a área endêmica é conhecida como Amazônia Legal. Esta área é composta pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Malária no Brasil


Fonte: FNS/MS e SUCEN, 1994


Número de casos no Brasil

No Estado de São Paulo, a transmissão natural da doença ocorre em duas regiões geográficas distintas:
- A primeira, representada pela região da Serra do Mar, ecossistema ainda em boa parte preservado e com presença da Mata Atlântica, onde anofelinos vetores do subgênero Kerteszia podem ser encontrados em alta densidade. Porém, mesmo nestas condições, somente um pequeno número de casos é detectado a cada ano.

- A segunda, representada pela Região Oeste do estado, em especial nas áreas de influência das baciasbn+ hidrográficas dos rios Paraná, Paranapanema e São José dos Dourados, onde a presença de anofelinos vetores do subgênero Nyssorhynchus, aliada ao trânsito de portadores da doença provenientes da Região Amazônica, constitui-se em ponto de atenção para o controle, uma vez que os eventuais focos derivados dessa situação podem apresentar caráter explosivo, exigindo sempre uma atuação rápida e eficiente a fim de reduzir os riscos para a população local e evitar a reinsta  (+ info)

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