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FAQ - Trombocitose
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Trombocitose?


Olá pessoal
bom , estou fazendo essa perunta pois minha mãe certamente está com trombocitose e irá no méico essa semana, ent~~ao queria saber se alguem sabe algum remédio ,consequencias, tratamesntos ou alguma coisa dizendo algo sobre isso?minha mãe está com 560,000 m/l ,não eh mentira minha e não coloquei nenhum 0(zero) a mais ela está com QUINHENTOS MIL E SEIS POR M/L se alguem poder me ajudar!! a
agradeço desde já!
abraço a todos
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O número normal de plaquetas no sangue venoso varia de 140.000 a 450.000 /mm3, e números ligeiramente maiores têm sido descritos no sangue arterial.
Plaquetose ou trombocitose, são os termos usados para designar a ocorrência de plaquetas em número acima do normal, o que é um evento relativamente comum e que pode ser devido a causas fisiológicas ou patológicas.


TROMBOCITOSES FISIOLÓGICAS


A trombocitose transitória pode resultar da rápida mobilização do pool plaquetário extra- vascular, como a que é decorrente da administração de epinerina e do exercício físico vigoroso. Todas as demais formas de trombocitose, aparentemente, são decorrentes de uma produção acelerada.
Na época da ovulação há um discreto aumento do número de plaquetas, que é seguido por uma queda progressiva ao longo dos 14 dias que antecedem a menstruação, e uma rápida -elevação por ocasião desta.
A progressiva plaquetopenia que ocorre durante a gravidez e pós-parto imediato, só é revertida para discreta plaquetose na fase de puerpério.
Uma mudança para altitudes elevadas e a anoxia de curta duração, estão associadas com plaquetose.
O fumo pode encurtar a sobrevida das plaquetas e ocasionar hiperagregabilidade plaquetária.

Terapêutica

I - Doentes assintomáticos
A necessidade de tratar doentes assintomáticos é controversa. Não há uma relação estreita entre o grau de trombocitose e o desenvolvimento de complicações tromboembólicas. É razoável observar, sem tratamento, doentes jovens (menos de 40 anos) assintomáticos, ou tratá-los apenas com 60-80 mg de aspirina por dia.

II - Doentes sintomáticos ou com contagem superior há 1.000.000U/ml
Em doentes com hemorragias ativas e/ou tromboses, a redução do número de plaquetas é primordial e pode salvar a vida do doente. Redução imediata é crítica em doentes com isquemia microvascular digital ou isquemia cerebrovascular. Opções de tratamento incluem:
. Redução urgente de plaquetas, em poucas horas, consegue-se com plaquetoferese (plateletpheresis), um método mecânico de remoção seletiva de plaquetas do sangue periférico. O benefício é transitório, pelo que esta técnica deve ser complementada com tratamentos que sejam efetivos a longo prazo.
. Redução rápida (em poucos dias) requer agentes citostáticos usados no tratamento de doenças malignas, com a mostarda nitrogenada, citosina arabinosídeo (Ara - C), ou os antraciclínicos.
. Redução a longo prazo (semanas / meses) obtém-se com:
(1) hidroxiureia oral, com reajustamentos frequentes da dose em função da resposta;
(2) Interferon - alfa recombinante, começando com uma dose subcutânea diária de 3.000.000 Unidades;
(3) anagrelídeo, uma droga oral recentemente introduzida e bem tolerada, embora não deva ser usada em doentes com problemas cardíacos;
(4) agentes alquilantes, como busulfan ou clorambucil.

Dos agentes inibidores da função plaquetária, a aspirina é o mais efectivo, em doses baixas (inferiores a 650 mg/dia), com vigilância cuidadosa. A aspirina está contra-indicada em presença de hemorragia activa.  (+ info)

no exame de sangue da minha filha de 09 anos deu hemácias normocíticas e normocrômicas trombocitose o que é ?


Traduzindo:
Hemácias normocíticas = hemácias com aspecto celular normal.
Hemácias normocrômicas = hemácias com cor e aspecto normal.
Trombocitose = Número de plaquetas acima do normal.(plaquetas são responsáveis pela coagulação do sangue). Preocupante seria o inverso, ou seja, a baixa de tal elemento do sangue(trombocitopenia), pois traria uma pré-disposição a sangramentos e hemorragias.  (+ info)

Trombocitose em crianças?


conheço uma crinça ele esta com 9 meses , ele fez um hemograma e nas plaquetas deu 750 000 mil plaquetas estamos com preocupadas em baixo da observação Trombocitose, sera possivel vcs estar tirando nossas duvida isso poderia ser um cançer
pf
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  (+ info)

AAS é para quem tem trombocitose?


isso é aspirina  (+ info)

quero saber medicina alternativa para trombocitose?


plantas medicinais alimentação
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colega, a auriculoterapia tem tido grandes respostas como método de medicina alternativa...inclusive médicos hoje recomendam


bjos  (+ info)

o que é trombocitose?


A Trombocitemia Essencial, também denominada trombocitemia idiopática, trombofilia essencial ou trombocitose essencial, é uma desordem mieloproliferativa crônica, caracterizada por proliferação de megacariócitos na medula óssea (MO), levando ao aumento persistente de plaquetas circulantes. Além do número elevado de plaquetas (>600 x 109/L), essa doença é caracterizada por acentuada hiperplasia de megacariócitos na MO, esplenomegalia e um curso clínico caracterizado por episódios trombóticos e/ou hemorrágicos.

A incidência da doença é desconhecida apesar dos vários estudos epidemiológicos. A idade média no diagnóstico está entre 50 e 60 anos. É relatada trombocitemia essencial em crianças, mas é um achado extremamente raro (1).

Os mecanismos que levam à trombocitose ainda não são conhecidos, mas existem relatos de produção anormal quantitativa e qualitativamente de plaquetas oriundas de um clone de megacariócitos anormais.

Com relação às manifestações clínicas, aproximadamente 85% dos casos são assintomáticos, sendo o diagnóstico feito acidentalmente. O quadro clínico é muito variável, podendo ocorrer perda de peso, cefaléia, febre, sudorese, prurido, ataques isquêmicos transitórios, amaurose fugaz, angina, priapismo, abortamento no primeiro trimestre da gravidez e eritromelalgia (2, 3, 4).

O diagnóstico de TE, além de anamnese, exame físico, hemograma com plaquetometria, é confirmado por mielograma e biópsia de medula óssea.

A TE tem melhor prognóstico que as outras doenças mieloproliferativas, devido à baixa transformação leucêmica (<2,0%) em pacientes com TE não tratados.

Pacientes acima de 60 anos com TE associada a fatores de risco cardiovasculares e com história prévia de trombose devem receber terapêutica com a finalidade de diminuir o número de plaquetas, como hidroxiuréia, a-interferon, anagrelide e plaquetaférese. A aspirina é também droga de escolha para as complicações cerebrovasculares e isquêmicas da TE.

Descrevemos neste relato um paciente do sexo masculino com 71 anos, procedente de Fortaleza–CE, admitido em 03/04/2000, no Serviço de Cirurgia Vascular do HGCC, para submeter-se à revascularização do membro inferior esquerdo (MIE) devido à oclusão da artéria femural. Foi solicitado o parecer da Clínica Médica devido à plaquetose (1 630 x 109/L).

Antecedentes de amaurose bilateral por glaucoma há 14 anos e de internação no mesmo Serviço em 23/12/1996, por doença isquêmica periférica, tendo sido diagnosticado oclusão arterial aguda no MIE através de arteriografia. Foi submetido à embolectomia da artéria femural esquerda e fasciotomia, evoluindo com sangramento profuso no pós-operatório pela incisão cirúrgica.

Ao exame físico apresentava-se normotenso, afebril, anictérico, corado e com hiperemia de conjuntivas. Pulmões com roncos difusos e sibilos disseminados, bilateralmente. Abdome sem visceromegalias. Discreta atrofia e ausência de pulsos pediosos e poplíteo. Demais pulsos periféricos palpáveis e cheios.

Os resultados laboratoriais do paciente encontram-se nas tabelas 1 e 2. Os tempos de protrombina e tromboplastina parcial ativada foram normais. A investigação radiológica confirmou ausência de hepatoesplenomegalia constatada ao exame físico. A punção aspirativa de MO mostrou hiperplasia da série megacariocítica.













Para confirmação diagnóstica, o paciente foi submetido à biópsia de MO que revelou medula discretamente hipocelular e aumento da série megacariocítica.

Atualmente está em tratamento quimioterápico com hidroxiuréia (Hydreaâ) e com contagem de plaquetas normal (225 x 109/L).

A TE é doença mieloproliferativa clonal originária da stem cell. Com o advento dos contadores automáticos, pacientes assintomáticos com trombocitose vêm se tornando um desafio freqüente. A trombocitose (> 450 x 109/L) ocorre em duas situações: a trombocitose reacional (TR) e a trombocitemia. A TR está relacionada ao aumento de interleucina-6, como resultado de doenças infecciosas e inflamatórias crônicas e neoplasias (5). Outras etiologias da TR são: anemia ferropriva, estados hemolíticos, síndromes mielodisplásicas (anemia refratária com excesso de blastos, síndrome do 5q- e esplenectomizados6). A TE pode estar associada com outras doenças mieloproliferativas crônicas, como a leucemia mielóide crônica (LMC), a policitemia vera (PV) e a mielofibrose primária (MP) (3).

A distinção entre TE e TR é clinicamente relevante por causa das complicações trombóticas, hemorrágicas ou ambas (7) e também das consideráveis variações no prognóstico.

Na TE, os eventos trombóticos podem ocorrer em quase todo o sistema vascular, dando surgimento a uma grande variedade de alterações isquêmicas oculares, cardíacas, neurológicas e periféricas. As complicações mais freqüentes incluem isquemia digital, eritromelalgia, isquemia cérebro-vascular e coronariana, síndrome de Budd-Chiari e abortos espontâneos de repetição (2, 3, 4). Envolvimento das mãos e/ou pés, simulando neuropatia diabética é comum. A hepatomegalia é encontrada em apenas 16% e a esplenomegalia, em 38% dos pacientes (6). Além disso, o consumo de plaquetas e a trombose plaquetária é descrita como causa de pré-eclâmpsia e retardo do crescimento fetal.

Com o estudo da ferrocinética, massa eritrocitária, mielograma, biópsia óssea e citogenética, a TE pode ser diferenciada da LMC, PV, MP e TR.

A hidroxiuréia é a droga de primeira linha em pacientes com TE e história de trombose, isquemia cérebro-vascular ou digital. É também indicada em pacientes assintomáticos com risco de complicações hemorrágicas, incluindo aqueles com idade avançada (60 anos), associados a riscos cárdio-vasculares ou extrema trombocitose. Os principais efeitos colaterais incluem leucopenia, macrocitose, alterações cutâneas (hiperpigmentação, rash maculopapular, atrofia de pele, úlceras e pápulas violáceas), náuseas e vômitos (5). O anagrelide e o a-interferon são drogas de segunda linha no tratamento da TE.

Concluímos enfatizando que a trombocitemia essencial é doença grave e potencialmente fatal. Pode ser a etiologia de episódios de dor intensa localizada, secundária a episódios trombóticos. Na grande maioria dos casos o diagnóstico é feito acidentalmente pelo achado laboratorial de plaquetose. O diagnóstico e tratamento precoces são primordiais para que se obtenha bom prognóstico.





@  (+ info)

Gostaria de saber como proceder para conviver com a trombocitose primária em meu bebê de 1 ano?


Após vários meses de investigação médica descobrimos há uma semana que ele nasceu com esse problema congênito e ainda não sei bem como agir com essa doença. Ele é uma criança super ativa e que não apresenta outro problema de saúde.
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converse com seu médico, ele tem que lhe oferecer suporte para tal situação, boa sorte,/  (+ info)

O que é neoplasia mieloproliferativa? URGENTE?


Meu pai apresentou há alguns meses entupimento parcial de 30% e 60% no coração (o médico disse q é um tipo calcificado) isso vem causando-lhe dores no peito, tonturas,falha de visão....O cardiologista pediu que ele procurasse um hematologista para verificar o número de plaquetas que é de 1.000.083, ele realizou um mielograma e o resultado sugeriu neoplasia mieloproliferativa, isto é sério? Gostaria de ententer melhor pois estamos super preocupados, li em alguns lugares q pode ser começo de um câncer e li também sobre uma trombocitose essencial, alguém me ajude por favor!!
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Sinto amiga..
O YR não é o local para se informar sobre neoplasias.
O médico vai informar melhor.
Boa sorte.  (+ info)

Leucocitose alguém sabe o que é?


Minha filha de 1 ano fez um exame de sangue que contatou leucocitose e trombocitose discreta com leucocitos 15000 mm³ . alguém sabe me dizer se é grave, por favor estou preocupada?
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A leucocitose é o aumento no número de glóbulos brancos (leucócitos) no sangue. Ocorre em muitas circunstâncias diferentes e constitui um valioso meio de diagnóstico de certas doenças. Contudo, também pode ser o resultado de uma reacção normal em certas condições, como a gravidez, a menstruação e o exercício muscular. À parte esses casos, a leucocitose é geralmente devida à existência de um processo inflamatório. Assim, no decurso de muitas doenças infecciosas agudas, como, por exemplo, a pneumonia, o número destes glóbulos brancos está muito aumentado
Os leucócitos constituem a primeira linha de defesa do organismo e por isso, aumentam em número, no sangue periférico, de forma reacional, frente a grande variedade de estímulo.
Leucocitose é o aumento na concentração dessas células no sangue periférico, acima de 10.000-12.000/mm3 no adulto .
O aumento da taxa de produção de granulócitos é a forma mais óbvia para a leucocitose, onde um número maior de células-mãe entra em divisão num curto espaço de tempo. Habitualmente elas se dividem em 2,5 dias, mas em condições de estresse podem fazê-lo em doze horas. Pode haver também, em situações especiais, diminuição da auto-regeneração das células-mãe com produção de maior porcentagem de progenitores, ampliação do número de divisões mitóticas que ocorrem no processo de proliferação ou encurtamento do tempo de trânsito através do compartimento proliferativo.
Diversos estímulos podem levar à leucocitose, tais como:
estímulos físicos: frio, calor, luz do sol, irradiação, choque elétrico, anóxia, dor, queimaduras, trauma, cirurgia, anestesia;
atividade estressante: exercício vigoroso, convulsões, náusea, vômito, menstrução/ovulação, gravidez e trabalho de parto;
drogas e hormônios: adrenalina, noradrenalia, serotonina, histamina, acetilcolina, glicocorticóides, ACTH, andrógenos;
Toxinas: chumbo, mercúrio, veneno de inseto, gás mostarda;
distúrbio metabólico: uremia, acidose, eclâmpsia, crise de gota, tireotoxicose, necrose hepática aguda, infarto agudo do miocárdio e gangrena gasosa; tumores: carcinoma gástrico, broncogênico, hepatocelular, pancreático, uterino, células escamosas, colon, linfoma de Hodgkin, linfoma de grande célula;
Infecções: bacterianas, micobactérias, rickettsia, fungos, parasitas, vírus (herpes,varicela), endocardite, pneumonia, septicemia;
inflamação: artrite reumatóide e doenças do colágeno, febre reumática, miosite, dermatite, vasculite, nefrite, colite, pancreatite, tiroidite, fumo e sensibilidade a drogas, dentre outros.
Publicado em: março 07, 2008

Se esclareci vote como melhor resposta.  (+ info)

Duvida sobre HPV? Urgente


Hpv tem alguma ligação com Trombocitose????
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Não tem nada haver. HPV e Trombocitoce não tem ligação nenhuma. Fique em paz. bjs

Trombocitose ou Hiperplaquetose é o termo médico referente a um número excessivo de plaquetas no sangue. Quanto à origem, pode ser reactiva ou primária (também denominada essencial, provocada por doença mieloproliferativa). Apesar de frequentemente ser assintomática (particularmente quando se origina como uma reacção secundária), pode provocar uma predisposição para a trombose.

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