FAQ - Sepse
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Qual tipo(s) de antibióticos de largo espectro mais utilizados em Uti's para tratamento de sepse? ?


Paciente internada há 15 dias com relativa melhora, porem teve uma recaída e teve que ser mudado seu antibiótico há quatro dias e ainda não ofereceu grandes resultados. Demoram os resultados quando há mudança de medicamentos?
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Técnica usada desde 1905 nas guerras inclusive.Abraços.  (+ info)

Qual a sua opinião?? Sepse?


Analise o caso abaixo e dê sua opinião: O que poderia ser feito para diminuir a incidência de sepse dos pacientes? MACEDO, Jefferson Lessa S. de; ROSA, Simone Corrêa; MACEDO, Kátia Cilene Soares de e CASTRO, Cleudson. Fatores de risco da sepse em pacientes queimados. Rev. Col. Bras. Cir. [online]. 2005, vol. 32, no. 4, pp. 173-177. ISSN 0100-6991. doi: 10.1590/S0100-69912005000400003. OBJETIVO: Os avanços no tratamento de queimados têm reduzido as taxas de mortalidade e melhorado a qualidade de vida das vítimas de queimaduras. Entretanto, a sepse continua sendo um desafio e umas das principais causas de óbito no queimado. O objetivo deste trabalho é investigar, através de um estudo caso-controle, os fatores de risco da sepse em pacientes queimados. MÉTODO: O estudo caso-controle foi conduzido durante 12 meses, compreendendo os pacientes que foram tratados em regime de internação hospitalar na Unidade de Queimados do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), Brasília-DF. RESULTADOS: Quarenta e nove (19,4%) pacientes tiveram sepse, de um total de 252 queimados internados na Unidade de Queimados durante o periodo do estudo. Eles tiveram um ou no máximo trê episódios de sepse durante a internação, totalizando 62 episódios. Vinte e seis (53,1%) eram homens e a media de idade foi de 21,9 ± 18,9 anos (variação de um a 89 anos). A superficie corporal queimada dos pacientes que tiveram sepse variou de sete a 84%, com uma media de 37,7 ± 18,4%, sendo significativamente superior aos controles. As principais bactérias causadoras de sepse foram Staphylococcus aureus (46,5%), Staphylococcus coagulase negativo (20,7%), Acinetobacter baumannii (12,1%) e Enterobacter cloacae (12,1%). Trinta (61,2%) pacientes tiveram seu primeiro episodio de sepse na primeira semana de internação. Quanto aos fatores de risco para a ocorrência de sepse, destacam-se os seguintes, conforme seu poder de associação "odds ratio": o uso de três ou mais cateteres, a presença de duas ou mais complicações, a superfície corporal queimada > 30%, o agente chama aberta e o sexo feminino. No geral, a taxa de letalidade por sepse foi de 24,5%. CONCLUSÃO: Um melhor conhecimento dos fatores de risco da sepse no paciente queimado permite o tratamento precoce dessa complicação, com antibioticoterapia sistêmica adequada, contribuindo para reduzir a morbidade e a mortalidade desses pacientes.
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Primeiro lugar quando uma pessoa tem queimaduras ela tem uma grande abertura para infecçao isso e obvio o que pode ser feito para se minimizar esse problema e realizar os curativos esteril e entrar com antibiotico sistemicoprofilatico, e torcer para que a pessao nao seja imunodeprimida ou portado de HIV, infelismente nao tem muita coisa a se fazer devido a infinidade de bacterias, fungos e virus que encontramos espalhados por ai principalmente no ambiente hospitalar que sao mais resistentes ao antibioticos ja existentes.

e no caso de se desenvolver a sepse e iniciar logo de inicio o tratamento de antibiotico de largo espectro como ataque ate que se saia o resltado da cultura de bacterias para que ai sim entrar com antibiotico especifico para a bacteria.  (+ info)

Sepse (infecção gen) ou erro médico?


Minha vó faleceu com sepse no começo do mês, broncopneumonia e insuf respiratória. Mas hoje qdo retirei do hospital seus exames,a unica alteração foi ureia 72 e no antibiograma deu: não houve crescimento bacteriano. Mas sepse não é inf causada por bactérias??? Será que pode ter acontecido algum erro médico?
o antibiograma foi feito pelo sangue, a idade dela era 89 anos, o exame foi realizado dia 01/02 e ela faleceu dia 02/02, desde 28/01 tava com oxigenio, como disse a adriana, o sangue foi colhido após ela receber os antibioticos, ela recebeu os mais modernos e potentes disse o médico, mas a idade não ajudava e a bactéria era muito resistente. Mas eu não consigo entender porque no exame deu sem crescimento bacteriano.

obrigado karioka e adriana.
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Olha só, os dados são insuficientes para te dar um resposta certa, mas uma cultura de qualquer espécime (sangue, urina, secreção traqueal) pode dar negativo se foi colhido após introdução de um antibiótico, até mesmo um que não esteja sendo eficiente pois "mascara" as características de resistência das bactérias. Mas deve-se levar em conta que idosos já têm uma imunidade deficiente e doenças como broncopneumonia são graves nessa faixa etária, podendo levar à insuficiência respiratória mesmo se a infecção estiver sendo controlada. Se sua avó tinha, por exemplo, DPOC o quadro é muito mais sério e os esforços médicos podem ser insuficientes, mesmo se estiverem adequados ao caso.
Bem, sinto por sua avó e que Deus abençoe.  (+ info)

Existe algum antibiótico melhor do que os de 4ª geração?


É para tratamento de sepse neonatal grave.
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As cefalosporinas de 4ª geração. são os últimos que foram lançados, portanto , desconhecidos das bactérias, e mais avançados , óbvio.

Agora em relação á sua pergunta, é necessário saber a bactéria provocante, qual a cêpa, e um teste de sensibilidade.

Se o paciente está em uma uti neonatal (sepsis grave, requer) existe a CCIH - comissão de controle de infecção hospitalar, que , dentre suas funções, está em monitorar o uso de antibióticos na instituição.

O que se faz, dependendo da bactéria , é associar, dois ou mais antibióticos,tipo Maxcef (cefalosporina de 4ª geração + aminoglicosídeo, ou outro, depende da susceptibilidade da bactéria) boa sorte./  (+ info)

o que é sepse?


A sepse é o resultado de uma infecção bacteriana que pode se originar em qualquer lugar do corpo. Os sítios mais comuns de infecção são: os tratos genitourinário, biliar (secreção hepática) ou gastrointestinal, o fígado e os pulmões. Os acessos intravenosos, as feridas cirúrgicas, os drenos cirúrgicos e os pontos de quebra de barreira da pele conhecidos como as úlceras de decúbito são sítios menos comuns. A infecção é geralmente confirmada por hemocultura positiva e pode levar ao choque (choque séptico). A pressão sangüínea baixa e a alteração do estado mental podem ser sinais de advertência precoces para o choque.

Nos últimos tempos houve um aumento na ocorrência de sepse causada por organismos resistentes à maioria dos antibióticos.

A sepse pode ser uma condição potencialmente fatal, especialmente em pessoas com o sistema imune deficiente. Os fatores de risco associados à sepse incluem:

pneumonia bacteriana recente
meningite
infecção do trato urinário não-responsiva à antibióticos
osteomielite
peritonite bacteriana
procedimento dental recente
endoscopia recente
procedimento cardiovascular recente
colocação de cateter urinário
cirurgia de grande porte recente
celulite
terapia recente com antibióticos
As pessoas cujo sistema imune está suprimido por tratamento ou doença apresentam maior risco para desenvolver sepse. A incidência é de duas para cada dez mil pessoas.

ok  (+ info)

O que é sepse?


Sepse
Processo semelhante é induzido no controle natural de pragas agrícolas, cuja atuação provoca no organismo a praga tal multiplicação bacteriana, causando a morte do sistema metabólico e nervoso das pragas.

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Sepse/Septicemia
Classificações e recursos externos CID-10 A40. - A41.0
CID-9 038
A septicemia (do grego Σήψις, septikós, que causa putrefação + haíma, sangue) é uma infecção geral grave do organismo por germes patogênicos.

A septicemia pode se desenvolver a partir de qualquer infecção sistêmica grave. A grande maioria dos germes responsáveis pela sepsis causada na comunidade são bactérias, oriundas das infecções como: pneumonia comunitária adquirida, infecção alta do trato urinário ou meningite. Em caso de pacientes hospitalisados, as causas bacterianas mais comuns são pneumonia por aspiração, pneumonia associada à respirador, infecção de sutura e abcessos.

Antigamente, as septicemias eram quase sempre fatais. A descoberta dos antibióticos modernos permitiu o combate plausível de forma eficaz dessas infecções malígnas, que continuam, no entanto, muito perigosas em organismos enfraquecidos, debilitados ou no caso de defesas imunitárias insuficientes.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Sepse

Praticamente inexistem dados nacionais sobre o assunto. A sepse é a principal causa de morte em UTI. Nos Estados Unidos ocorrem cerca de 750.000 casos/ano, com 225.000 óbitos/ano atribuídos à sepse.

INFECÇÃO: resposta inflamatória reacional a um microorganismo ou invasão de tecido estéril;

BACTEREMIA: presença de bactéria viável no sangue; SEPTICEMIA: termo que, pela sua imprecisão, deve ser abandonado;

SÍNDROME DA RESPOSTA INFLAMATÓRIA SISTÊMICA (SIRS): resposta inflamatória inespecífica do organismo a vários tipos de agressão (pancreatite, trauma, infarto agudo do miocárdio, entre outras), manifestada por duas ou mais das seguintes condições:

Temperatura > 38°C ou < 36°C
Freqüência cardíaca > 90 bpm
Freqüência respiratória > 20/irpm ou PaCO2 < 32 mm Hg
Leucócitos > 12.000/mm³ ou < 4.000/mm³ ou > 10% de formas jovens
SEPSE: resposta sistêmica à infecção grave; o paciente é portador de sepse caso apresente SIRS deflagrada por infecção;

SEPSE GRAVE: é a sepse associada com disfunção de órgãos, hipoperfusão ou hipotensão, podendo haver acidose lática, oligúria ou alterações agudas do nível de consciência;

CHOQUE SÉPTICO: sepse com hipotensão, a despeito de adequada ressuscitação hídrica, associada à presença de anormalidades de perfusão;

SÍNDROME DA DISFUNÇÃO ORGÂNICA MÚLTIPLA: presença de função orgânica alterada em pacientes agudamente enfermos, nos quais a homeostase não pode ser mantida sem intervenção.

DIAGNÓSTICO CLÍNICO

As manifestações clínicas são variadas e dependentes do sítio de infecção, presença de comorbidades, idade do paciente, resposta inflamatória, disfunção orgânica induzida e do momento em que o diagnóstico é feito.

Os achados clínicos da sepse são poucos específicos e estarão relacionados, na maioria dos casos, ao sítio primário de infecção. As principais manifestações clínicas incluem: febre, calafrios, anorexia, mialgia, taquicardia, taquipnéia, hipotensão, oligúria, irritabilidade e letargia.

DIAGNÓSTICO LABORATORIAL

Leucocitose e neutrofilia com desvio para a esquerda associadas a eosinopenia constituem as alterações mais freqüentes. Neutropenia, via de regra, está associada a mau prognóstico. O hematócrito pode estar aumentado (hemoconcentração), normal ou diminuído. A plaquetopenia (<150.000/mm3) é comum. Coagulação intravascular disseminada (CIVD) é mais freqüente na sepse por Gram-negativos, sendo mais encontrada nos pacientes com choque. A CIVD é um marcador de infecção grave.

FONTE DA INFECÇÃO: o tratamento estará voltado para o sítio primário da infecção. Através da anamnese e do exame físico detalhados, é possível determinar, na maioria dos casos, o foco infeccioso inicial. Em alguns casos conseguimos reduzir o número de opções, o que permite reduzir o espectro do tratamento. Quando não se identifica a fonte, deve-se lançar mão do diagnóstico por imagem (ultrassonografia ou tomografia computadorizada). A partir daí, efetua-se a coleta de material para cultura.

CULTURA DE MATERIAL BIOLÓGICO: qualquer material biológico passível de coleta deverá ser enviado para cultura e teste de sensibilidade aos antimicrobianos. É obrigatória a coleta de hemocultura quando houver suspeita de bacteremia.

SITUAÇÃO CLÍNICA GERMES SUSPEITOS
Foco urinário Gram-negativos entéricos
Foco cutâneo Estreptococos, estafilococos, Gram-negativos (raramente)
Fonte intra-abdominal

ou Peritonite
Gram-negativos, anaeróbios

Enterococos (raramente)

Pneumonia em idosos ou aspirativa Pneumococos, H, influenzae, germes atípicos

+ Gram-negativos

+ Anaeróbios

Endocardite infecciosa Estreptococos, enterococos, estafilococos
Sistema nervoso central Pneumococos, meningococos, H. influenzae, Gram-negativos
Sem foco definido em paciente imunodeprimido Gram-negativos entéricos, estafilococos, estreptococos, P. aeruginosa

TRATAMENTO

O tratamento específico deve levar em consideração o foco primário da infecção (seguir as recomendações dos demais capítulos deste manual).

O paciente com sepse, além do tratamento antimicrobiano, necessita de um adequado tratamento de suporte, de igual importância. As medidas de suporte incluem:

Reposição volêmica;
Drogas vasoativas (quando indicado);
Suporte nutricional;
Suporte de O2;
Monitoração contínua;
Terapia dialítica (quando indicado).  (+ info)

O que significa SEPSE tem cura ???


minha mae esta com uma infeçao no sangue estou desesperada alguem pode me falar desse assunto obg?
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Sepse é a síndrome de resposta inflamatória sistêmica secundária a uma infecção comprovada ou suspeita. Leve sua mãe ao médico que é a pessoa mais indicada para responder às suas perguntas, certo ....?!:  (+ info)

O que é turbrculose dissiminada e sepse?


Uma doença que pega pelo ar, também uso de drogas.
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A doença
Transmissão
A tuberculose se dissemina através de gotículas no ar que são expelidas quando pessoas com tuberculose infecciosa tossem, espirram, falam ou cantam. Contatos próximos (pessoas com contato prolongado, freqüente ou intensivo) têm alto risco de se infectarem (taxa de infecção de 22%). A transmissão ocorre somente a partir de pessoas com tuberculose infecciosa ativa (e não de quem tem a doença latente).

A probabilidade da transmissão depende do grau de infecção da pessoa com tuberculose e da quantidade expelida, forma e duração da exposição ao bacilo, e a virulência.

A cadeia de transmissão pode ser interrompida isolando-se pacientes com a doença ativa e iniciando-se uma terapia anti-tuberculose eficaz.

Patogenicidade
Só 10% dos pacientes com tuberculose infecciosa evoluem para o quadro da doença - uma percentagem bem reduzido.

Infecção
A infecção por tuberculose se inicia quando o bacilo atinge os alvéolos pulmonares e pode se espalhar para os nódulos linfáticos e daí, através da corrente sanguínea para tecidos mais distantes onde a doença pode se desenvolver: a parte superior dos pulmões, os rins, o cérebro e os ossos.

A resposta imunológica do organismo mata a maioria dos bacilos, levando à formação de um granuloma. Os "tubérculos", ou nódulos de tuberculose são pequenas lesões que consistem em tecidos mortos de cor acinzentada contendo a bactéria da tuberculose.

Normalmente o sistema imunológico é capaz de conter a multiplicação do bacilo, evitando sua disseminação em 90% dos casos.

A doença
Entretanto, em algumas pessoas, o bacilo da tuberculose supera as defesas do sistema imunológico e começa a se multiplicar, resultando na progressão de uma simples infecção por tuberculose para a doença em si. Isto pode ocorrer logo após a infecção (tuberculose primária – 1 a 5% dos casos), ou vários anos após a infecção(reativação da doença tuberculosa, ou bacilo dormente – 5 a 9 %).

Cerca de 5% das pessoas infectadas vão desenvolver a doença nos dois primeiros anos, e outras 5% vão desenvolvê-la ainda mais tarde. No total, cerca de 10% dos infectados com sistema imunológico normal desenvolverão a doença durante a vida.

Algumas situações aumentam o risco de progressão da tuberculose. Em pessoas infectadas com o HIV o risco aumenta em 10% ao ano, ao invés de 10% por toda a vida. Outras situações de risco incluem: o abuso de drogas injetáveis; infecção recente de tuberculose nos últimos 2 anos; raio-x do tórax que sugira a existência de tuberculose (lesões fibróticas e nódulos); diabetes mellitus, silicose, terapia prolongada com corticosteróides e outras terapias imuno-supressivas, câncer na cabeça ou pescoço, doenças no sangue ou reticuloendoteliais (leucemia e doença de Hodgkin), doença renal em estágio avançado, gastrectomia, síndromes de mal-absorção crônicas, ou baixo peso corporal (10% ou mais de peso abaixo do ideal).

A tuberculose afeta principalmente os pulmões (75% ou mais) e é chamada de tuberculose pulmonar.

Os sintomas incluem tosse prolongada com duração de mais de três semanas, dor no peito e hemoptise. Outros sintomas incluem febre, calafrios, suores noturnos, perda de apetite e de peso, e cansaço fácil. A palavra consunção (consumpção, em Portugal) surgiu porque os doentes pareciam ter sido "consumidos por dentro" pela doença.

Outros locais do corpo que são afetados incluem a pleura, o sistema nervoso central (meninges), o sistema linfático, o sistema genitourinário, ossos e juntas, ou pode ser disseminada pelo corpo (tuberculose miliar - assim chamada porque as lesões que se formam parecem pequenas sementes). Estas são mais comuns em pessoas com supressão imunológica e em crianças. A tuberculose pulmonar também pode evoluir a partir de uma tuberculose extrapulmonar.

Resistência a medicamentos
A tuberculose resistente é transmitida da mesma forma que as formas sensíveis a medicamentos. A resistência primária se desenvolve em pessoas infectadas inicialmente com microorganismos resistentes. A resistência secundária (ou adquirida) surge quando a terapia contra a tuberculose é inadequada ou quando não se segue ou se interrompe o regime de tratamento prescrito.

;-) MEL  (+ info)

Mais detalhe sobre a doença tuberculose disseminada e sepse?


Uma doença que pega pelo ar, também uso de drogas.
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A doença
Transmissão
A tuberculose se dissemina através de gotículas no ar que são expelidas quando pessoas com tuberculose infecciosa tossem, espirram, falam ou cantam. Contatos próximos (pessoas com contato prolongado, freqüente ou intensivo) têm alto risco de se infectarem (taxa de infecção de 22%). A transmissão ocorre somente a partir de pessoas com tuberculose infecciosa ativa (e não de quem tem a doença latente).

A probabilidade da transmissão depende do grau de infecção da pessoa com tuberculose e da quantidade expelida, forma e duração da exposição ao bacilo, e a virulência.

A cadeia de transmissão pode ser interrompida isolando-se pacientes com a doença ativa e iniciando-se uma terapia anti-tuberculose eficaz.

Patogenicidade
Só 10% dos pacientes com tuberculose infecciosa evoluem para o quadro da doença - uma percentagem bem reduzido.

Infecção
A infecção por tuberculose se inicia quando o bacilo atinge os alvéolos pulmonares e pode se espalhar para os nódulos linfáticos e daí, através da corrente sanguínea para tecidos mais distantes onde a doença pode se desenvolver: a parte superior dos pulmões, os rins, o cérebro e os ossos.

A resposta imunológica do organismo mata a maioria dos bacilos, levando à formação de um granuloma. Os "tubérculos", ou nódulos de tuberculose são pequenas lesões que consistem em tecidos mortos de cor acinzentada contendo a bactéria da tuberculose.

Normalmente o sistema imunológico é capaz de conter a multiplicação do bacilo, evitando sua disseminação em 90% dos casos.

A doença
Entretanto, em algumas pessoas, o bacilo da tuberculose supera as defesas do sistema imunológico e começa a se multiplicar, resultando na progressão de uma simples infecção por tuberculose para a doença em si. Isto pode ocorrer logo após a infecção (tuberculose primária – 1 a 5% dos casos), ou vários anos após a infecção(reativação da doença tuberculosa, ou bacilo dormente – 5 a 9 %).

Cerca de 5% das pessoas infectadas vão desenvolver a doença nos dois primeiros anos, e outras 5% vão desenvolvê-la ainda mais tarde. No total, cerca de 10% dos infectados com sistema imunológico normal desenvolverão a doença durante a vida.

Algumas situações aumentam o risco de progressão da tuberculose. Em pessoas infectadas com o HIV o risco aumenta em 10% ao ano, ao invés de 10% por toda a vida. Outras situações de risco incluem: o abuso de drogas injetáveis; infecção recente de tuberculose nos últimos 2 anos; raio-x do tórax que sugira a existência de tuberculose (lesões fibróticas e nódulos); diabetes mellitus, silicose, terapia prolongada com corticosteróides e outras terapias imuno-supressivas, câncer na cabeça ou pescoço, doenças no sangue ou reticuloendoteliais (leucemia e doença de Hodgkin), doença renal em estágio avançado, gastrectomia, síndromes de mal-absorção crônicas, ou baixo peso corporal (10% ou mais de peso abaixo do ideal).

A tuberculose afeta principalmente os pulmões (75% ou mais) e é chamada de tuberculose pulmonar.

Os sintomas incluem tosse prolongada com duração de mais de três semanas, dor no peito e hemoptise. Outros sintomas incluem febre, calafrios, suores noturnos, perda de apetite e de peso, e cansaço fácil. A palavra consunção (consumpção, em Portugal) surgiu porque os doentes pareciam ter sido "consumidos por dentro" pela doença.

Outros locais do corpo que são afetados incluem a pleura, o sistema nervoso central (meninges), o sistema linfático, o sistema genitourinário, ossos e juntas, ou pode ser disseminada pelo corpo (tuberculose miliar - assim chamada porque as lesões que se formam parecem pequenas sementes). Estas são mais comuns em pessoas com supressão imunológica e em crianças. A tuberculose pulmonar também pode evoluir a partir de uma tuberculose extrapulmonar.

Resistência a medicamentos
A tuberculose resistente é transmitida da mesma forma que as formas sensíveis a medicamentos. A resistência primária se desenvolve em pessoas infectadas inicialmente com microorganismos resistentes. A resistência secundária (ou adquirida) surge quando a terapia contra a tuberculose é inadequada ou quando não se segue ou se interrompe o regime de tratamento prescrito.

;-) MEL  (+ info)

Quanto tempo dura em média o uso de ventilador(respirador) em Uti de forma a não causar problemas ao paciente?


Paciente está entubada, respiração artificial, há dois dias os médicos prevêem a retirada dos equipamentos, o que ainda não ocorreu. Ao contrário, já indicam a traqueostomia para a paciente. Quadro de sepse, com indicadores de sensível melhora.
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Dura o tempo que o doente necessitar. Se o quadro é de sepse (infecção generalizada), e já estão falando em traqueostomia, é porque a paciente irá precisar de ventilação mecânica por bastante tempo...
O tubo ou tot, é usado em média no período de no máximo 7 dias ou quando o quadro continua sem melhora, antes mesmo e de acordo com resultados de exames preliminares, já pode ser colocado traqueostomia, método utilizado até mesmo por vários meses... A ventilação mecânica não causa danos ao paciente, e sim cuida da parte pulmonar, enquanto trata-se de outras enfermidades em conjunto com o quadro. A VM, faz parte do tratamento em muitos casos.  (+ info)

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Última atualização: Setembro 2014