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FAQ - Síndrome De Costela Curta E Polidactilia
(Powered by Yahoo! Answers)

Existe diefrença entre costela de porco e costeleta de porco? Qual é?


Temos nos EEUU Pork Ribs and Pork Chops. Qual a diferença para o Brasil?
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Sim, a costeleta tem muita carne e o osso fica na ponta, em uma das estremidades da carne, e a costela de porco, são vários ossinhos com umas carninhas  (+ info)

No meu exame de que a ausência da costela cervical o que quer dizer isso?


Gostaria de saber o que significa se é pra eu me preocupar?
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Tu é a prova viva de que DEUS tirou uma costela do boneco de barro para fazer a mulher.
hahahahahahahahahahahahah  (+ info)

Alguém pode me explicar sobre a Síndrome de Beceth e onde conseguir tratamento ?


Minha irmã foi diagnosticada com a Síndrome de Beceth, mas os médicos não sabem ao certo o tratamento adequado. Ouvi dizer que têm só em Brasília, no Hospital Sarah Kubichek. Queria saber onde achar informações sobre a doença.
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www.hospitalsarahkubsthchek.gov.br. é um hospital público e não pode cobrar pagamento, existe casa de apoio, onde você pode ficar hospedada de graça durante o tempo de tratamento(mas tem que levar roupa de cama ajudar na limpeza da casa).
Tente também USP. www.usp.
universidade de são paulo  (+ info)

Síndrome de Guillain-Barré é a mesma coisa que polirradiculoneurite crônica desmielinizante?


Eu sei que guillain barré é uma sindrôme conhecida como polirradiculoneurite aguda e encontrei material a respeito, mas não encontrei nada que falasse sobre "polirradiculoneurite crônica desmielinizante"... É a mesma coisa? O tratamento é o mesmo? Alguém tem algum material a respeito?
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http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&ct=res&cd=1&url=http%3A%2F%2Fwww.lookfordiagnosis.com%2Fmesh_info.php%3Fterm%3DPolirradiculoneuropatia%26lang%3D3&ei=8YoxSawLhJh6orjopAE&usg=AFQjCNFN9UFg_Jeqh_9YRR3dn4FAvK2d7g&sig2=2cl2ghnjWkaIAtYHm_ygXw

↑Achou!!

Contate 1 especialista, é 1 doença auto-imune.

∟♪  (+ info)

Síndrome do desconforto respiratório do recem nascidos?


Alguém sabe explicar o q seria a síndrome do desconforto respiratório do recem nascido? E qual seria a causa da doença, o sintoma e o tratamento?
Qual a diferença entre Síndrome do recem nascido e da aguda?
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Síndrome da Angústia Respiratória


A síndrome da angústia respiratória (denominada antigamente doença da membrana hialina) é um distúrbio respiratório no qual os alvéolos (sacos aéreos) dos pulmões do recém-nascido não permanecem abertos por causa da elevada tensão superficial resultante da produção insuficiente de surfactante.

Para que um recém-nascido seja capaz de respirar independentemente, os alvéolos pulmonares devem ser capazes de permanecerem abertos e cheios de ar após o nascimento. Eles conseguem fazê-lo em grande parte graças a uma substância denominada surfactante. O surfactante é produzido por células dos alvéolos pulmonares e reduz a tensão superficial. Ele é produzido à medida que os pulmões do feto amadurecem, freqüentemente em torno da 34a semana e quase sempre em torno da 37a semana de gestação.

A síndrome da angústia respiratória ocorre quase que exclusivamente em recém-nascidos prematuros. Quanto mais prematuro o recém-nascido, maior a chance dele apresentar a síndrome da angústia respiratória. A probabilidade de ocorrência da síndrome também é maior em filhos de mães diabéticas.

Sintomas e Diagnóstico

Os recém-nascidos muito prematuros podem ser incapazes de começar a respirar, pois, sem o surfactante, os seus pulmões são muito rígidos. Os recém-nascidos um pouco maiores podem começar a respirar, mas, como os pulmões tendem a colapsar, ele apresenta dificuldade respiratória. Nestes casos, a respiração é rápida e trabalhosa, com dilatação das narinas. Eles contraem a parede torácica à inspiração e emitem ruídos que lembram grunhidos durante a expiração. A dificuldade respiratória pode iniciar logo após o parto ou ocorrer em algumas horas. Quando a síndrome da angústia respiratória é grave, os músculos respiratórios acabam apresentando fadiga, a respiração torna-se ainda menos eficaz e a pele torna-se azulada.

Quando não tratado, um recém-nascido com síndrome da angústia respiratória pode morrer. O diagnóstico da síndrome da angústia respiratória é baseado na história clínica da mãe (p.ex., trabalho de parto prematuro ou diabetes), no exame físico do recém-nascido após o nascimento e em uma radiografia torácica do recém-nascido, a qual revela uma expansão pulmonar incompleta.

Complicações

Quando os pulmões são rígidos, é necessária uma maior pressão para expandi-los, seja ela produzida pelo recém-nascido ou por um ventilador mecânico. Conseqüentemente, pode ocorrer uma ruptura pulmonar, com extravasamento de ar para o interior da cavidade torácica. Este ar faz com que o pulmão colapse ainda mais, comprometendo a ventilação e a circulação. O colapso pulmonar (uma complicação denominada pneumotórax) geralmente exige um tratamento imediato.

O tratamento consiste na remoção do ar livre presente no interior da cavidade torácica com o auxílio de uma seringa e uma agulha e a instalação de um tubo, no tórax do recém-nascido, acoplado a um selo de água para que não ocorra novamente um acúmulo de ar livre. Além disso, os recém-nascidos com síndrome da angústia respiratória apresentam um maior risco de hemorragia cerebral. O risco de sangramento é muito menor quando a mãe é tratada com corticosteróides antes do parto.

Prevenção e Tratamento

O risco de síndrome da angústia respiratória diminui bastante quando o parto pode ser postergado até os pulmões do feto terem produzido uma quantidade suficiente de surfactante. Quando existe a iminência de um parto prematuro, pode ser realizada uma amniocentese para se coletar uma amostra de líquido amniótico e se estimar a concentração do surfactante. Quando o médico estima que os pulmões do feto são imaturos e que o parto não pode ser adiado, ele pode administrar um corticosteróide à mãe pelo menos 24 horas antes do momento estimado do parto. O corticosteróide atravessa a placenta e chega ao feto, estimulando os seus pulmões a produzir surfactante.

Após o parto, um recém-nascido com síndrome da angústia respiratória leve pode necessitar apenas de ser colocado em uma tenda de oxigênio. Os recém-nascidos com um quadro mais grave podem necessitar de suporte ventilatório e tratamento com uma droga surfactante. Uma droga surfactante, a qual é muito semelhante ao surfactante natural, pode ser gotejada diretamente, através de um tubo, no interior da traquéia do recém-nascido. Ela aumenta a chance de sobrevida ao reduzir a gravidade da síndrome da angústia respiratória e o risco de complicações (p.ex., ruptura pulmonar). A droga surfactante pode ser administrada imediatamente após o parto para evitar a síndrome da angústia respiratória em um recém-nascido muito prematuro que pode desenvolvê-la ou pode ser administrado assim que os sinais da síndrome se manifestarem.

O recém-nascido é controlado rigorosamente, para se assegurar que a administração da droga surfactante está sendo tolerada e que a respiração está melhorando. Os tratamentos podem ser mantidos por vários dias, até que o recém-nascido comece a produzir o seu próprio surfactante.

Síndrome Respiratória Aguda Grave
Até o momento não há resultados conclusivos sobre o agente etiológico da SRAG. No Canadá, China e Estados Unidos, exames laboratoriais indentificaram a presença de vírus das famílias Paramyxoviridae e Coranaviridae, além de M. pneumoniae e metapneumovírus, em pacientes com SRAG. Em 24 de março, o CDC informou que seus laboratórios isolaram um novo coronavírus em células Vero E6 de amostras clínicas de dois pacientes suspeitos de SRAG, da Tailândia e Hong Kong.

Como se transmite a SRAG?

É difícil estabelecer exatamente como se transmite a SRAG, pois os resultados das investigações ainda são preliminares. Sabe-se que há transmissão pessoa a pessoa, sendo necessário um contato próximo com pessoas infectadas. O contato com aerossóis, secreções respiratórias e fluidos corporais de uma pessoa infectada parecem ser importantes. A maioria dos casos tem acontecido em trabalhadores de hospitais que atenderam pacientes com SRAG e familiares próximos dos pacientes. Desconhece-se a quantidade do agente infeccioso necessário para causar infecção. A SRAG parece ser menos infecciosa que a influenza.

A SRAG pode ser transmitida por fômites (objetos contaminados)?

Atualmente, as informações disponíveis indicam que a transmissão do agente requer contato próximo e direto (pessoa a pessoa). Porém, não se descarta a transmissão por objetos contaminados, devendo-se tomar cuidados de desinfecção com objetos utilizados pelos casos suspeitos.

Se eu tivesse sido exposto à SRAG, quanto tempo demoraria para adoecer?

Informações preliminares das investigações realizadas em Hong Kong e Hanói indicam que o período de incubação (período entre a infecção inicial e o desenvolvimento da doença) médio da SRAG corresponde de dois a sete dias, podendo se estender por 10 dias. Apesar do curto período de incubação, a rapidez das viagens internacionais aumenta o risco de disseminação dos casos.

Quem está sob risco de contrair a SRAG?

Até o momento, os casos têm ocorrido, principalmente, entre profissionais de saúde envolvidos com o cuidado dos pacientes com SRAG e contatos familiares próximos. Pessoas com antecedentes de viagens recentes a cidades com casos notificados estão sob maior risco.

Qual é o tratamento da SRAG?

Vários medicamentos têm sido utilizados para o tratamento da SRAG, no entanto nenhum tem sido recomendado para a profilaxia ou tratamento. Os antibióticos não têm mostrado eficácia. Um adequado tratamento de apoio em UTI é o indicado, quando pertinente. Como resultado de um bom tratamento de suporte, alguns pacientes em Hanói têm passado do estado crítico para o regular.

O que tem sido recomendado para prevenir a transmissão de SRAG em hospitais e no domicílio? Os pacientes suspeitos de ter a SRAG devem ser isolados? Como devem ser manejados os pacientes com SRAG?

Os casos suspeitos devem ser internados em unidades isoladas, com banheiro privativo. Recomenda-se que profissionais de saúde e visitantes usem máscaras com filtros eficientes, óculos, aventais, gorro e luvas (barreiras respiratórias e de mucosas) quando em contato próximo com o paciente.

Para minimizar a transmissão potencial fora do ambiente hospitalar, os pacientes com SRAG devem limitar as interações fora do domicilio até que se conheça melhor o mecanismo de transmissão da doença. Recomenda-se colocar máscaras cirúrgicas nos pacientes durante o transporte e no domicílio.  (+ info)

qual é aqulea síndrome em que a pessoa acha que é o centro de tudo, e toda a atenção é votlada pra ela?


Se estão rindo, brigando, a pessoa que tem a síndrome acha que é dela, gostaria de saber o nome real da doença, obrigada.
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Paranóia. É uma psicose que se caracteriza pelo desenvolvimento de um delírio crônico (mania de grandeza, mania de perseguição, de zelo etc.). Pode manifestar-se em pessoas com distúrbio paranóide de personalidade - pessoas desconfiadas e sensitivas que parecem emocionalmente frias e se melindram facilmente.Os paranóicos raramente vêem a si próprios como doentes e geralmente só recebem tratamento quando amigos ou parentes os forçam a isso.  (+ info)

Sinto uma dor logo abaixo da costela direita a quatro dedo do umbigo, o que pode ser?


É uma dor leve, soh que as vezes fica dando umas pontadinhas q incomodam apesar de não serem forte e as vezes nem dói.... se aperta doi um pouquinho... apêndicite acho que não é pq dizem que dó demais.
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Oi, isso pederá ser apêndiciti sim !!!

É fácil detectar, a apêndiciti "o apêndice" expira dor após as refeições. Porém, não faça seu próprio diagnóstico e nem tire conclusões com os diagnóstico dos outros, muito menos se medique por conta própria.

Procure por um clínico geral ele detectará seu problema e cuidará ou lhe encaminhará a um especialista.

Todo cuidado com a nossa saúde deverá ser de breve diagnóstico quando ocorre dores.

Caso seja mesmo o apêndice fique tranquila, a cirurgia é super simples e rápida e com rápida recuperação.

Espero ter lhe ajudado um pouquinho!!!
BJS.  (+ info)

o que seria uma fusão da primeira e segunda costela a direita?


fiz um raio x do torax e deu escoliose, cifose, e fusão da primeira e segunda costela a direita. queria saber o que é isto??
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Isso quer dizer que tem a coluna com curvatura acentuada em dois lugares: Depois as duas costelas - primeira e segunda - estão coladas.

Deve ter dores nas costas por isso é preciso fazer exercicio fisico adequado - natação por exemplo - e fisioterapia.

Pode contactar-me pelo msn: josefalcao989@aeiou.pt  (+ info)

Depressão e Síndrome do Pânico podem afastar uma pessoa do trabalho?


Mesmo que a pessoa tenha acabado de passar pelo período de experiência?
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Se foi adquirido após admissão,poder até que pode porque a empresa sempre leva vantagens,mas de acordo com a lei após o diagnóstico a empresa tem por obrigação encaminhar o funcionário junto ao IN SS com guia de afastamento fornecido pela própria empresa os 15 dias corre pela empresa e o restante pelo IN SS,caso contrário o ex funcionário deverá entrar com uma ação trabalhista requerendo indenização por a mesma ter demitido com problema de saúde salvo se for constatado que tal doença existia antes de ser admitido.  (+ info)

Os testículos de um homem que possue a síndrome de Klinefelter é muito pequeno?


São pequenos e devido esta atrofia, não produzem espermatozóides.  (+ info)

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