FAQ - Neoplasias dos Ductos Biliares
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Como é feita a remoção dos ductos mamários?


Há mutilação da mama?
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esse link com certeza lhe responde....mesmo que não seja especificamente isso vc pode achar algo por aki....
http://portalteses.cict.fiocruz.br/transf.php?script=thes_chap&id=00004708&lng=pt&nrm=iso  (+ info)

qual o significado de Fibrose estromal com esclerose ?adenose?ductos cistificados com metaplasia apócrina??


diagnóstico final de tecido mámario direito e esquerdo
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fibrose estromal com esclerose= estroma é tecido da glândula, fibrose é a substituição do tecido glandular do outro tecido, tipo uma cicatriz e esclerose é endurecimento= lesão cicatricial.
adenose é doença de glândulas, lesão crônica.
ductos cistificados é que os ductos (tipo canais) estão com cistos (bolhas).
metaplasia é o crescimento de um tecido diferente da origem, em geral não indica câncer nessa fase.
e apócrina é um tipo de glândula.
toda essa terminologia é para caracterizar a amostra examinada, o que realmente importa é o laudo final e a avaliação do mastologista junto com a história clínica do paciente
abraços  (+ info)

Boa noite, DR.Minha irma tem 38 anos, fumante ha 20 anos, esta saindo um liquido de cor escura(barro com agua)?


fez mamografia e eco, na mamo apareceu linfonodo mas na eco descarotou a possibilidade, a minha preocupação e da cor do liquido, e diz que os ductos estão abertos.
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minha irmã teve isso. esse liquido marrom é sangue , sangue infecionado, que acaba ficando dessa cor, provavelmente a prolactina dela está alta, e houve uma infecção nos ductos por algum germe ou bacteria.ela tem que procurar um gineco, para tomar uma medicação que faça cessar esse liquido, minha irma tomou antibioticos por 10 dias e lactina para secar o liquido e fez compressas de agua gelada para nao sentir dor e nem incharem.  (+ info)

Fiz mamografia que mostrou assimetria focal espiculada, uma área de 2c, e outra de 4cm, ja fiz 2 biópsias .?


As 2 biópsias deram negativas para malignidade, mas o médico que fez o exame me disse que caso a 2 biópsia fosse negativa, a medicina acreditaria na imagem da mamografia, que não é boa, a primeira biópsia o resultado foi:Tecido mamário com alteração fibrosa do estroma,adenose e microcalcificações distróficas na luz de ductos,e a 2@ :Tecido mamário com alteração fibrosa do estroma.Ausência de neoplasia em todo material examinado, em cortes seriados.Sera que posso me tranquilizar ou devo investigar mais essa lesão?
Fiz Core Biopsy
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Pense assim:
Se for uma coisa ruim, o que a imagem diz que é, o melhor seria parar de procurar ou continuar investigando?

Aconselho a seguir o que teu médico disse: ir atrás, fazer acompanhamento e, quem sabe, até uma ciruria de retirada da área afetada (se somente foi feita punção aspirativa).

Não fique esperando as coisas acontecerem. Corre atrás, porque será bem melhor.

DTA!  (+ info)

O uso de Clomid caracterizará certamente uma gravidez???


Descartando a hipótese de neoplasias, cistos, obstrução de trompas, etc... Quero saber se a administração de Clomid é um tratamento certo para quem quer engravidar?
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Olha, varia muito de mulher pra mulher, minha
irma tomou e engravidou logo no primero ciclo,
ja comigo foi diferente, tomei por 2 ciclos e ainda nao
consegui engravidar, entao consulte se medico para
saber se vc realmente precisa tomar!
Boa Sorte querida!!!  (+ info)

minha irmã fez mamografia e deu esse resultado. Alguém saberá me falar o que significa.?


Estroma distribuido num padrao fibrótico, micronodular, com aspectos de proeminencia dos ductos, com algumas granulações mais grosseiras e focos de expressão fibroadenósica.

A controlar contudo evolutivamente a 8 meses

Algumas microcalcificações dispersas, bem como um ou outro pequeno foco de citoesteatonecrose no quadrante supero-externo a esquerda

Tecido mamário axilar ectópico bilateral.

Formações ganglionares radiologicamente inespecificas a nivel de prolongamentos axilares

Foi visualizado na ecografia ductos retro-areolares e traução ecográfica de adenopatia axilar direita.
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Para que não se assuste com pequenos resultados que são apenas um vocabulário não compreensível para que o paciênte volte para revisão. Nada que não possa ser resolvido com uma vistoria médica  (+ info)

Sobre o clomid, eh bom sempre ler a bula...?


Eu nao vou tomar isso nao...

olhem o q li na bula:
Pode ocorrer gestação multipla
Abortos chances de acontecer 19%
Gravidez ectópica 1,18%
Parto prematuro 1%
8 crianças de 7 partos nasceram com malformações congenitas
Elevação do risco de Sindrome de Down e Trissomia, fetos abortados espontaneamente
Neoplasias: miomas, tumores, hipofisários e de mamas


Alguem ainda tem coragem de tomar isso??
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Oi Dani!
muito boa a sua questão... mas o problema é que as mulheres q querem engravidar na maioria das vezes ficam "cegas" e tomam esses remédios até sem indicação, o que pode trazer grandes prejuizos a saúde...  (+ info)

milha filha nao deglute a 3 anos?


minha filha tem 3 anos e nunca deglutiu nada via oral tem gastrotomia desde que tinha 2 meses, nao aparece nada neurologico e nem genetico, ja fez varias pneumonias aspirativas , aplicou botox para relaxamento de glandulas e recente fez ligadura de ductos salivares!!! tem muita vontade de comer e nao consegue!!! alguem pode dar uma luz para nós, pois ja estamos aflitos sem saber o que fazer!!!
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Ela tem apenas esse sintoma de não deglutir se tiver pode ser alguma sindrome gentica sim a ser investigada ao passar ela no peça uma junta médica para discutir e investigar não pode existir uma doença sem nome ou causa procure seus direitos.  (+ info)

O que é trombocitemia essencial?


A trombocitemia essencial pode estar entre as neoplasias malignas especificadas dos tecidos linfático, hematopoético e tecidos correlatos?
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A Trombocitemia Essencial, também denominada trombocitemia idiopática, trombofilia essencial ou trombocitose essencial, é uma desordem mieloproliferativa crônica, caracterizada por proliferação de megacariócitos na medula óssea (MO), levando ao aumento persistente de plaquetas circulantes. Além do número elevado de plaquetas (>600 x 109/L), essa doença é caracterizada por acentuada hiperplasia de megacariócitos na MO, esplenomegalia e um curso clínico caracterizado por episódios trombóticos e/ou hemorrágicos.

A incidência da doença é desconhecida apesar dos vários estudos epidemiológicos. A idade média no diagnóstico está entre 50 e 60 anos. É relatada trombocitemia essencial em crianças, mas é um achado extremamente raro (1).

Os mecanismos que levam à trombocitose ainda não são conhecidos, mas existem relatos de produção anormal quantitativa e qualitativamente de plaquetas oriundas de um clone de megacariócitos anormais.

Com relação às manifestações clínicas, aproximadamente 85% dos casos são assintomáticos, sendo o diagnóstico feito acidentalmente. O quadro clínico é muito variável, podendo ocorrer perda de peso, cefaléia, febre, sudorese, prurido, ataques isquêmicos transitórios, amaurose fugaz, angina, priapismo, abortamento no primeiro trimestre da gravidez e eritromelalgia (2, 3, 4).

O diagnóstico de TE, além de anamnese, exame físico, hemograma com plaquetometria, é confirmado por mielograma e biópsia de medula óssea.

A TE tem melhor prognóstico que as outras doenças mieloproliferativas, devido à baixa transformação leucêmica (<2,0%) em pacientes com TE não tratados.

Pacientes acima de 60 anos com TE associada a fatores de risco cardiovasculares e com história prévia de trombose devem receber terapêutica com a finalidade de diminuir o número de plaquetas, como hidroxiuréia, a-interferon, anagrelide e plaquetaférese. A aspirina é também droga de escolha para as complicações cerebrovasculares e isquêmicas da TE.

Descrevemos neste relato um paciente do sexo masculino com 71 anos, procedente de Fortaleza–CE, admitido em 03/04/2000, no Serviço de Cirurgia Vascular do HGCC, para submeter-se à revascularização do membro inferior esquerdo (MIE) devido à oclusão da artéria femural. Foi solicitado o parecer da Clínica Médica devido à plaquetose (1 630 x 109/L).

Antecedentes de amaurose bilateral por glaucoma há 14 anos e de internação no mesmo Serviço em 23/12/1996, por doença isquêmica periférica, tendo sido diagnosticado oclusão arterial aguda no MIE através de arteriografia. Foi submetido à embolectomia da artéria femural esquerda e fasciotomia, evoluindo com sangramento profuso no pós-operatório pela incisão cirúrgica.

Ao exame físico apresentava-se normotenso, afebril, anictérico, corado e com hiperemia de conjuntivas. Pulmões com roncos difusos e sibilos disseminados, bilateralmente. Abdome sem visceromegalias. Discreta atrofia e ausência de pulsos pediosos e poplíteo. Demais pulsos periféricos palpáveis e cheios.

Os resultados laboratoriais do paciente encontram-se nas tabelas 1 e 2. Os tempos de protrombina e tromboplastina parcial ativada foram normais. A investigação radiológica confirmou ausência de hepatoesplenomegalia constatada ao exame físico. A punção aspirativa de MO mostrou hiperplasia da série megacariocítica.Para confirmação diagnóstica, o paciente foi submetido à biópsia de MO que revelou medula discretamente hipocelular e aumento da série megacariocítica.

Atualmente está em tratamento quimioterápico com hidroxiuréia (Hydreaâ) e com contagem de plaquetas normal (225 x 109/L).

A TE é doença mieloproliferativa clonal originária da stem cell. Com o advento dos contadores automáticos, pacientes assintomáticos com trombocitose vêm se tornando um desafio freqüente. A trombocitose (> 450 x 109/L) ocorre em duas situações: a trombocitose reacional (TR) e a trombocitemia. A TR está relacionada ao aumento de interleucina-6, como resultado de doenças infecciosas e inflamatórias crônicas e neoplasias (5). Outras etiologias da TR são: anemia ferropriva, estados hemolíticos, síndromes mielodisplásicas (anemia refratária com excesso de blastos, síndrome do 5q- e esplenectomizados6). A TE pode estar associada com outras doenças mieloproliferativas crônicas, como a leucemia mielóide crônica (LMC), a policitemia vera (PV) e a mielofibrose primária (MP) (3).

A distinção entre TE e TR é clinicamente relevante por causa das complicações trombóticas, hemorrágicas ou ambas (7) e também das consideráveis variações no prognóstico.

Na TE, os eventos trombóticos podem ocorrer em quase todo o sistema vascular, dando surgimento a uma grande variedade de alterações isquêmicas oculares, cardíacas, neurológicas e periféricas. As complicações mais freqüentes incluem isquemia digital, eritromelalgia, isquemia cérebro-vascular e coronariana, síndrome de Budd-Chiari e abortos espontâneos de repetição (2, 3, 4). Envolvimento das mãos e/ou pés, simulando neuropatia diabética é comum. A hepatomegalia é encontrada em apenas 16% e a esplenomegalia, em 38% dos pacientes (6). Além disso, o consumo de plaquetas e a trombose plaquetária é descrita como causa de pré-eclâmpsia e retardo do crescimento fetal.

Com o estudo da ferrocinética, massa eritrocitária, mielograma, biópsia óssea e citogenética, a TE pode ser diferenciada da LMC, PV, MP e TR.

A hidroxiuréia é a droga de primeira linha em pacientes com TE e história de trombose, isquemia cérebro-vascular ou digital. É também indicada em pacientes assintomáticos com risco de complicações hemorrágicas, incluindo aqueles com idade avançada (60 anos), associados a riscos cárdio-vasculares ou extrema trombocitose. Os principais efeitos colaterais incluem leucopenia, macrocitose, alterações cutâneas (hiperpigmentação, rash maculopapular, atrofia de pele, úlceras e pápulas violáceas), náuseas e vômitos (5). O anagrelide e o a-interferon são drogas de segunda linha no tratamento da TE.

Concluímos enfatizando que a trombocitemia essencial é doença grave e potencialmente fatal. Pode ser a etiologia de episódios de dor intensa localizada, secundária a episódios trombóticos. Na grande maioria dos casos o diagnóstico é feito acidentalmente pelo achado laboratorial de plaquetose. O diagnóstico e tratamento precoces são primordiais para que se obtenha bom prognóstico.  (+ info)

Quais doenças são hereditarias??


cancer... e as de vias biliares... ex., neoplasias e calculos. Uma pessoa que conheço teve a mãe com problemas na vesicula. Agora o filho esta com sintomas... pode ser hereditariedade?
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Doenças Hereditárias

Da mesma forma como rege características normais dos seres humanos, como estatura, cor de olhos, grupo sangüíneo e inteligência, a herança genética se aplica a processos patológicos, alguns dos quais com níveis de incidência relativamente elevados, como é o caso da hemofilia.

Doença hereditária é aquela cujo mecanismo de transmissão de ascendentes para descendentes é mediado pela configuração cromossômica de um ou de ambos os progenitores. É preciso estabelecer uma distinção clara entre doenças congênitas e verdadeiramente hereditárias. As primeiras manifestam-se desde o nascimento e muitas vezes não obedecem a padrões regidos pela herança. Podem resultar de um defeito adquirido in utero, depois de ocorrida a fecundação. As doenças hereditárias podem manifestar-se desde o nascimento ou aparecer posteriormente.
É o caso, por exemplo, da coréia de Huntington, doença nervosa que começa a aparecer por volta dos 35 anos e se caracteriza por movimentação irregular e perturbações de linguagem. Elas sempre dependem, no entanto, de um determinismo genético cromossômico e são transmitidas aos descendentes.

Bases da herança.
Os fatores ou unidades determinantes da herança chamam-se genes, e a ciência que os estuda é denominada genética. As características transmissíveis do ser humano estão contidas nos 46 cromossomos, estruturas encontradas no núcleo das células do organismo. Esses cromossomos dispõem-se emparelhados dois a dois, em 23 pares, no núcleo de cada célula. Vinte e dois deles formam os chamados autossomos, idênticos em ambos os sexos.
O par restante é constituído pelos cromossomos sexuais XY no homem e XX na mulher. Estão emparelhados, nos cromossomos, dois grupos de genes, os paternos e os maternos. Todo indivíduo possui em seus cromossomos um correspondente paterno para cada gene materno. Quando surge um gene diferente daqueles que foram herdados dos pais, diz-se que ocorreu uma mutação, surgimento espontâneo de características hereditárias novas, que podem dar origem a alterações e malformações. As anomalias e doenças hereditárias podem apresentar causas diferentes. Destacam-se entre elas as variações no número e na estrutura dos cromossomos
. É o que ocorre no mongolismo (síndrome de Down), em que a existência de três cromossomos no par 21, ao invés de dois, origina alterações físicas e mentais. Também ocorrem mutações espontâneas em filhos de indivíduos sãos (que podem dar origem à maioria das doenças hereditárias propriamente ditas). Deve-se considerar também a coexistência desfavorável de vários genes, nenhum dos quais é por si só patogênico. Nesse último grupo incluem-se as chamadas heredopatias complexas ou multifatoriais, entre as quais estão o diabetes, a obesidade e a epilepsia.

Existe um grupo de doenças hereditárias que depende da existência de genes patológicos situados no cromossomo sexual X.
Entre elas, estão a hemofilia -- tendência espontânea à hemorragia produzida por problemas de coagulação sangüínea que só se manifesta em homens, embora seja transmissível por mulheres -- e o daltonismo, ou incapacidade de distinguir cores. A primeira é uma doença hereditária provocada pela não-atuação de fatores coaguladores do sangue. No sexo masculino, uma porção do cromossomo X não tem homólogo no cromossomo Y, e é precisamente em tal porção ímpar que se localizam os genes recessivos da hemofilia (transmissíveis por ambos os progenitores).
Na mulher, ao contrário, o efeito de um eventual gene hemofílico em X é compensado pela presença de um gene normal no outro cromossomo X, que se torna dominante. O daltonismo é também uma doença que se manifesta exclusivamente nos homens, já que as mulheres são apenas portadoras do gene. O distúrbio visual pode afetar a distinção de todas as cores, mas é mais freqüente que o daltônico confunda vermelho e verde exibidos simultaneamente, em ambientes de pouca luz. Além da herança ligada aos genes dos cromossomos sexuais X e Y, distingüem-se outros processos patológicos ligados aos cromossomos autossômicos (normais, não-sexuais).
Nesse grupo, enquadra-se a maioria das doenças hereditárias. A herança pode ser de tipo dominante, quando o gene determina o efeito patógeno presente em apenas um dos cromossomos (os genes dominantes se manifestam de forma obrigatória na descendência, mesmo que presentes em apenas um dos progenitores) e do tipo recessivo, quando, para que se manifeste um caráter ou anomalia, os genes devem estar nos cromossomos paterno e materno.
Algumas vezes, a herança não é dominante nem recessiva, mas intermediária. Nesse caso, o traço hereditário se manifesta, de forma mais ou menos acentuada, de acordo com os fatores ambientais. Entre as doenças hereditárias de caráter dominante estão, por exemplo, a aracnodactilia ou síndrome de Marfan (em que indivíduos têm mãos e, sobretudo, dedos muito longos e finos), os rins policísticos e a polipose intestinal. Nas de caráter recessivo, destacam-se a surdo-mudez congênita e a maior parte das alterações congênitas do metabolismo.


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