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FAQ - Linfoma Difuso
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Tenho Linfoma de Hodgkin na região cervical, radioterapia é recomendado?


Vários linfonodos aumentados encontra-se na base do pescoço onde será administrada a radioterapia.Gostaria de saber quais sequelas a radioterapia pode me trazer neste caso.E se vou poder ter filhos normais após o tratamento?
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Não seria melhor uma conversa franca com seu médico a perguntar isso aqui?  (+ info)

Quero saber o que significa: Linfoplasmocitário difuso?


  (+ info)

qual frutas para fazer suco para uma pessoa com linfoma de hodquim?


Suco de pessegos frescos.

Ou adquira ALOE BITS N'PEACHES O Aloe Bits n'Peaches resulta da combinação do puro gel da Aloe vera barbadensis com o concentrado de suco de pêssego, enriquecido com pedacinhos da polpa da Aloe vera in natura. Seu sabor adocicado é mais agradável .

Ou Pomesteen Power >>> Suco de frutas concentrado. Composto por extrato de romã, pêra, mangostão, framboesa, amora, mirtilo e extrato de sementes de uva, frutas conhecidas por sua alta capacidade antioxidante. Com sabor exótico, é saudável, nutritivo e versátil.

Os antioxidantes são extremamente vitais para a nossa saúde e bem-estar.  (+ info)

O que é bócio difuso e Glândula Hipercaptante?


Qual o tratamento? E qual a relação com o Diabetes?
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Olá!
Caso seu médico já tenha solicitado exames de sangue, e caso haja alteração ( TSH baixo e T4 livre aumentado, ou seja, hipertiroidismo), a cintilografia da tireóide foi solicitada para estudar-se a captação ( no caso, hipercaptante significa que "o funcionamento da tireóide está aumentado" = hipertiroidismo) e o mapeamento ( se essa captação é igual por toda a tireóide, ou se há alguma região de maior captação).
Com a cintilografia também tem-se uma idéia do tamanho da tireóide ( se bem que o ultra-som dá o tamanho exato). Bócio significa aumento do tamanho da tireóide.
É hipertiroidismo? Então existem 3 modalidades de tratamento:
a) medicamentos ( mais utilizado);
b) radioidoterapia ( semelhante à cintilografia, mas com uma dose de iodo maior);
c) cirurgia: basicamente se o bócio for muuuuito volumoso, ou se houver contraindicação aos 2 procedimentos acima.
Em relação ao diabetes: como o hipertiroidismo é de etiologia auto-imune, alguns pacientes com diabetes tipo 1 ( que tbém é auto-imune) podem apresentar concomitantemente hipertiroidismo ou outras afecções da tireóide.
Como vc não citou o resultado dos exames de sangue, não é possível atestar que qualquer cintilografia cujo resultado seja "bócio difuso com glândula hipercaptante" seja necessariamente hipertiroidismo. Até pq o bócio pode ser discreto ( pouco aumentado) e a hipercaptação ( dada em porcentagem) pode ser discreta ( ex: 35%, ao invés de acima de 80% que é bem típico de hipertiroidismo).
Estimo melhoras!
Abraço!  (+ info)

Linfonodos que diminuem com tratamento de anti-inflamatórios são malígnos (linfoma)?


ñ. cancer ñ diminui com antinflatórios.  (+ info)

tenho um tipo de landra nas duas axilas e uma perto do percoço e nao doi isso pode ser linfoma?


tenho essas ingua desde da adolecencia e nao doi me ajudem a emtender isso
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Cara Fabiana, tive que procurar na web para ver a que se chama de "landra", pois nunca tinha ouvido falar em tal palavra. Usam-nas como sinônimo de linfonodo (ou gânglio) aumentado de volume ou um outro nódulo.
Supondo que seja um linfonodo vou lhe fornecer os dados e vc mesma vai concluir o que deve ser no seu caso.
Vamos lá:

Possibilidade 1: Você tem um processo inflamatório numa determinada região, exemplo boca, aí antígenos daí entram em vasos linfáticos e vão para o linfonodo. Neste os antígenos estimulam a proliferação de linfócitos e com isso o gânglio aumenta e dói porque a cápsula fica distendida. A isso se chama "estado reacional" do linfonodo. O seu não dói então não deve ser isso, né?

Possibilidade 2: Um agente infeccioso instalou-se no gânglio (pode ser uma bactéria ou um fungo) e aí está produzindo uma inflamação no gânglio. Se a inflamação for aguda (lindadenite aguda) o gânglio será tb doloroso. Se for crônica o gânglio em geral não é doloroso, porém as causas de linfadenites crõnicas em geral são agentes que produzem inflamação progressiva (linfadenite tuberculósica, linfadenite blastomicótica, etc) e aí o gânglio em geral seria duro e cresceria lentamente ao longo dos anos. Se faz pelo menos uns 2 anos que vc deixou de ser adolescente, não deve ser.

Possibilidade 3: um linfoma, que é a sua duvida. Se já faz bastante tempo, pelo menos um ano e ele continua do mesmo tamanho, não dobrou de tamanho, não formou massa que adere a outros tecidos nem a outros nódulos similares, não será tb linfoma.

Sobra o que? Um situação provavelmente normal.
Se vc achar que tem importância, aí vc terá que procurar um clínico.
Eu falo sempre isso qdo digo que não é nada pq de repente alguém me vem e diz que tem dor de cabeça. Eu posso dizer: _tome um analgésico. E sarou! Aí vem outro e diz a mesma coisa e eu digo (pela internet): _tome analgésico. O indivíduo morre pq tinha um AVC. É muita responsabilidade, entendeu.
Por isso eu digo que deve ser normal, porém fica a seu critério procurar ou não um médico para tirar a sua dúvida.
Espero ter ajudado em alguma coisa pelo menos. Um abração e fique com Deus.  (+ info)

gostaria de saber se o cancer de linfoma estágio avançado tem cura?


estou com cancer de linfoma em estágio avançado e gostaria de saber se existem hospitais que tratam
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Tenho 53 anos e fiz gastrectomia total ha 3 anos atras. era linfoma, estou vivo e muito bem, recuperei peso e massa muscular.
Tenha fé que tudo é possível, fico a disposição para mais informações.  (+ info)

Desculpem minha ignorância, mas o qué é e de onde se origina um linfoma atípico? Os linfonodos são sintomas?


O sistema linfático faz parte da defesa natural do organismo contra infecções. É composto por inúmeros gânglios linfáticos, conectados entre si pelos vasos (canais) linfáticos.

Os gânglios linfáticos estão situados no pescoço, axilas e virilha. Internamente, são encontrados principalmente no tórax (mediastino) e abdome. As amídalas, o fígado e o baço também fazem parte do sistema linfático.

Os vasos linfáticos transportam um fluido claro chamado linfa, que circula pelo corpo e contém células chamadas linfócitos. Essas células atuam como defesa contra infecções. Os gânglios linfáticos funcionam como filtros, retirando da circulação restos de células que passam por eles. Se, por exemplo, você tem dor de garganta, poderá notar que os gânglios do seu pescoço poderão estar aumentados. Isso é um sinal de que seu organismo está combatendo a infecção.

Por motivos ainda desconhecidos, em algum momento os linfócitos agrupados nos gânglios linfáticos começam a multiplicar-se e crescer de forma desordenada. Como resultado dessa desordem, haverá um excesso de produção desse tecido, dando origem a um tipo de câncer denominado linfoma. O linfoma se inicia a partir de linfócitos anormais. Eles podem se espalhar por meio do sistema linfático por muitas áreas do organismo e circular no sangue.

O sistema linfático faz parte da defesa natural do organismo contra infecções. É composto por inúmeros gânglios linfáticos, conectados entre si pelos vasos (canais) linfáticos.

Os gânglios linfáticos estão situados no pescoço, axilas e virilha. Internamente, são encontrados principalmente no tórax (mediastino) e abdome. As amídalas, o fígado e o baço também fazem parte do sistema linfático.

Os vasos linfáticos transportam um fluido claro chamado linfa, que circula pelo corpo e contém células chamadas linfócitos. Essas células atuam como defesa contra infecções. Os gânglios linfáticos funcionam como filtros, retirando da circulação restos de células que passam por eles. Se, por exemplo, você tem dor de garganta, poderá notar que os gânglios do seu pescoço poderão estar aumentados. Isso é um sinal de que seu organismo está combatendo a infecção.

Por motivos ainda desconhecidos, em algum momento os linfócitos agrupados nos gânglios linfáticos começam a multiplicar-se e crescer de forma desordenada. Como resultado dessa desordem, haverá um excesso de produção desse tecido, dando origem a um tipo de câncer denominado linfoma. O linfoma se inicia a partir de linfócitos anormais. Eles podem se espalhar por meio do sistema linfático por muitas áreas do organismo e circular no sangue.  (+ info)

Linfoma de Hodgkin apresenta erro no hemograma?


queria saber se esse tipo de linfoma apresenta alguma errinho no hemograma!
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Amiga, não consegui entender o que você chama de "errinho no hemograma". Geralmente o paciente de linfoma de Hodkin apresenta uma linfocitose acentuada com grande número de linfócitos atípicos, mas existem outras circunstâncias em que isso também acontece. Boa sorte.  (+ info)

quero saber o que é realmente DISTÚRBIO EPILEPTIFORME DIFUSO , quais as causas e se é grave?


Relata-se que um terço das crianças diagnosticadas com distúrbios do espectro autista (ASD) teve um desenvolvimento precoce normal seguido por uma regressão autista entre as idades de 2 e 3 anos. Esse perfil clínico encontra um paralelo na síndrome de Landau-Kleffner (LKS), um distúrbio de linguagem adquirido (afasia) que, acredita-se, seja causado por atividade epileptiforme. Dada a observação adicional de que um terço das crianças autistas sofre uma ou mais convulsões até a adolescência, a atividade epileptiforme pode ter um papel causal em alguns casos de autismo.
O objetivo do estudo consistiu em comparar e contrastar padrões de atividade epileptiforme em crianças com regressão autista versus LKS clássica para determinar se há uma sobreposição neurobiológica entre essas condições. Levantou-se a hipótese de que muitas crianças com ASDs regressivos demonstrariam atividade epileptiforme em um padrão multifocal que inclui as mesmas regiões do cérebro envolvidas na LKS.
A magnetoencefalografia (MEG), um método não-invasivo para identificar zonas de eletrofisiologia cerebral anormal, foi utilizada para avaliar padrões de atividade epileptiforme durante o estágio III do sono em 6 crianças com LKS clássica e 50 crianças com ASDs regressivos com início entre 20 e 36 meses de idade (16 com autismo e 34 com distúrbio difuso do desenvolvimento do contrário não especificado). Enquanto 5 das 6 crianças com LKS haviam sido diagnosticadas anteriormente com convulsões parciais complexas, um distúrbio de convulsão clínico havia sido diagnosticado em somente 15 das 50 crianças com ASD. Entretanto, todas as crianças nesse estudo já haviam demonstrado, ocasionalmente, comportamentos irregulares (por ex.: piscar rápido, segurar as orelhas com as mãos, episódios não provocados de choro e/ou momentos passageiros de olhar fixo) os quais, se fossem demonstrados por uma criança normal, poderiam ser indicativos de um quadro epileptiforme subclínico. Os dados da MEG foram comparados com dados da eletroencefalografia (EEG) registrados simultaneamente e com dados de EEGs clínicos anteriores de 1 hora e/ou 24 horas, quando disponíveis. A modelagem espaço-temporal com múltiplos dipolos foi usada para identificar pontos de origem e propagação dos transitórios epileptiformes.
A MEG de todas as crianças com LKS demonstrou envolvimento epileptiforme primário ou secundário da região intra/perisilviana esquerda e todas, exceto uma, demonstraram comprometimento adicional da região silviana direita. Em todos os casos de LKS, a atividade epileptiforme independente além da região silviana esteve ausente, embora a propagação da atividade para as regiões frontal e parietal tenha sido vista ocasionalmente. A MEG identificou a atividade epileptiforme em 41 das 50 (82%) crianças com ASDs. Em contraste, o EEG simultâneo revelou atividade epileptiforme em somente 68%. Quando a atividade epileptiforme estava presente nos ASDs, as mesmas regiões intra/perisilvianas epileptiformes na LKS eram ativas em 85% dos casos. Enquanto que a atividade primária fora das regiões silvianas não foi vista em nenhuma das crianças com LKS, 75% das crianças com ASD com atividade epileptiforme demonstraram zonas não-silvianas adicionais de atividade epileptiforme independente. Apesar da natureza multifocal da atividade epileptiforme nos ASDs, a intervenção neurocirúrgica voltada para o controle levou à redução das características autistas e melhora nas aptidões lingüísticas em 12 dos 18 casos.
Esse estudo demonstra que existe um subgrupo de crianças com ASDs que demonstra atividade epileptiforme clinicamente relevante durante o sono de onda lenta, e essa atividade pode estar presente mesmo na ausência de um distúrbio clínico de convulsão. A MEG mostrou uma sensibilidade significativamente maior a essa atividade epileptiforme do que o EEG simultâneo, o EEG clínico de 1 hora e o EEG clínico de 24 horas. O padrão epileptiforme multifocal identificado na MEG nos ASDs inclui, tipicamente, as mesmas regiões cerebrais perisilvianas identificadas como anormais na LKS. Quando a atividade epileptiforme está presente nos ASDs, as estratégias terapêuticas (drogas antiepilépticas, esteróides e até neurocirurgia) voltadas para o seu controle podem levar a uma melhora significativa na linguagem e nas características autistas.


Se é grave,pelo texto nota-se que não se deve descuidar.

Bom dia e bom tratamento.  (+ info)

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