FAQ - Linfoma De Burkitt
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Alguem conhece algum caso sobre o linfoma de Burkitt?


Recentemente meu irmão descobriu um Linfoma de Burkitt, que está localizado por toda a extensão da coluna. O linfoma está comprimindo os nervos e por esse motivo ele perdeu a mobilidade das pernas e dos braços. Alguém conhece algum caso desse tipo de linfoma e pode me dizer como foi o tratamento? Grato.
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Olá, trabalho com pacientes oncológicos e até hoje só vi 3 crianças com esse tipo de linfoma, é meio raro. Ele vai ter que fazer quimioterapia para diminuir a extensão do linfoma, e com fisioterapia ele vai recuperar os movimentos.
A quimioterapia é uma fase chata do tratamento, pois a pessoa se debilita muito, ele vai precisar ficar internado para receber as medicaçoes que sào pela veia.
A maioria das pessoas com esse linfoma se recuperam bem, mas procure um bom oncologista.

Ter esperanças e tranquilidade é impressindivel agora.

Se quiser me perguntar mais coisas, me adicione no msn : nininha22f@hotmail.com

Nesse link tem um resumo sobre a doença.

http://www.roche.pt/sites-tematicos/linfomas/index.cfm/tratamentos/tratamento-lnh-agressivo/linfoma-burkitt/


Beijos e melhoras a seu irmão !!!  (+ info)

Alguem ja passou(infelizmente) por um linfoma non hodgkin ATIPICO agressivo ( Burkitt) obrigada.?


Linfoma Non Hodgkin atipico agressivo (Burkitt)
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Sim, meu pai, há 10anos. O danado reicidivou muitas vezes, mas há 5 anos que não há sinal dele. Foi uma luta difícil, quase o perdemos, algumas sequelas ficaram, mas ele está aí e agradecemos a cada dia por ele estar conosco, quando os médicos disseram que não havia mais esperança.

Vou te passar algumas informações sobre ele, está no google, se quizer mais informações (acabei me tornando expert no assunto) meu email está a disposição.

Pacientes com linfoma não-Hodgkin agressivo podem ser diagnosticados no estágio inicial da doença (estágio I ou estágio II). Isso é possível por que os pacientes provavelmente notam o crescimento rápido dos linfonodos afetados e, conseqüentemente, procuram auxílio médico sendo logo encaminhados para tratamento especializado.

Linfoma não-Hodgkin agressivo
O tratamento comum para pacientes diagnosticados com linfoma não-Hodgkin agressivo em estágio inicial é a administração de vários cursos de quimioterapia combinada, na qual se aplica mais de uma substância quimioterápica. Na maioria dos países o anticorpo monoclonal é administrado em combinação com o regime quimioterápico como terapia padrão. Os anticorpos monoclonais aumentam a eficácia do tratamento sem aumentar significativamente os efeitos colaterais.

Às vezes, a radioterapia é aplicada após a quimioterapia, mas a aplicação simultânea dos dois tratamentos é rara. A radioterapia é direcionada especificamente aos linfonodos afetados.

O tratamento de linfoma não-Hodgkin agressivo em estágio inicial (estágio I e II) consegue a cura ou a remissão em cerca de 80% dos pacientes. Alguns não respondem ao tratamento padrão e precisarão de tratamento adicional, semelhante ao administrado aos pacientes com recaída.

Pacientes diagnosticados com linfoma não-Hodgkin agressivo em estágio avançado (estágio III ou estágio IV) recebem quimioterapia de combinação com ou sem anticorpos monoclonais. Entretanto, essa terapia às vezes se prolonga por mais tempo que aquela aplicada para a doença em estágio inicial, podendo ser complementada com radioterapia. De modo geral, com o primeiro tratamento administrado o índice de cura fica entre 40% e 70% para pacientes com esse linfoma1.

Linfoma de células do manto
O linfoma de células do manto responde menos satisfatoriamente aos tratamentos padrão que o linfoma não-Hodgkin indolente e as opções de tratamento incluem aquelas usadas para NHL tanto indolente como agressivo. Outros tratamentos sob investigação incluem o uso de novos medicamentos quimeoterápicos, freqüentemente em combinação com a terapia de anticorpos monoclonais e a quimioterapia em altas doses com transplante de células-tronco.

Linfoma de Burkitt
O linfoma de Burkitt e o linfoma linfoblástico são formas muito agressivas de linfoma não-Hodgkin. O tratamento também é agressivo e normalmente envolve a terapia focada no sistema nervoso central, além de regimes de quimioterapia intravenosa. Com freqüência, os pacientes recebem quimioterapia intensiva envolvendo muitos medicamentos e precisarão permanecer hospitalizados durante o tratamento. Entretanto, a maioria dos pacientes mais jovens com essa forma da doença é curada.

Fonte:

1. Fisher RI, Miller TP, O'Connor OA - Riffuse Agressive Lymphoma. Hematology 2004; 221-36


Vc leu o finalzinho? A MAIORIA DOS PACIENTES É CURADA... meu pai não era tão jovem, mas conseguiu.

[]s  (+ info)

O que é linfoma de Burkitt?


Meu amigo tinha herpes nas pálpebras e fazia cincos que não tinha crise.Teve durante um tempo forte dor de ouvido.Faleceu de câncer aos 45 anos.
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Zilda, Linfoma de Burkitt ou Leucemia Linfóide Aguda L3 é uma forma muita rara e agressiva de linfoma. Há três subtipos de linfoma de Burkitt: endêmico, esporádico e imunodeficiente-relacionado.

A forma endêmica ocorre de forma mais freqüente na África, com envolvimento dos ossos maxilares e lifonodos de crianças sendo associado ao vírus Epstein-Barr.

O linfoma de Burkitt esporádico é mais comum em países como os EUA e Brasil podendo ser identificado uma inatividade de um gene denominado c-myc. É comum em crianças e tem altas chances de cura com quimioterapia intensiva. Quando há envolvimento de mais de 25% da medula óssea é denominado leucemia linfóide aguda L3 e o uso de quimioterapia intensiva combinado ao transplante de células-tronco hematopoéticas aumentam as chances de cura do paciente.

O linfoma de Burkitt denominado imudeficiente relacionado pode ocorrer em crianças portadoras de imunodeficiências congênitas ou pacientes portadores de HIV.

Nas três formas, é um tipo agressivo de linfoma, onde requer altas doses de quimioterapia, mas com altas chances de cura.

Espero tê-la ajudado. Felicidades.  (+ info)

O que é Linfoma de Burkitt?


Um amigo tinha herpes nas pálpepras e fazia cinco anos que não acontecia uma crise.Teve um tempo muita dor de ouvido (e teve asma quando garoto).Sofreu um desmaio,foi pra UTI e após um ano de muita luta,faleceu de câncer ao 45 anos.
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O linfoma de Burkitt é um linfoma altamente agressivo, que acomete mais a faixa etária pediátrica, sendo endêmico em regiões africanas. Seu aspecto histológico é de células em céu estrelado. Em 70 % dos casos, o vírus Epstein Barr está associado.

É um linfoma extranodal de células B, pouco freqüente incidindo mais em crianças e adolescentes do continente africano e da raça negra. O vírus Epstein-Barr é incriminado com a etiologia desse neoplasma, e os portadores apresentam acometimento de estruturas ósseas, com lesões maxilares maciças, sendo o maxilar inferior o osso mais atingido. O indivíduo em geral apresenta dificuldade de mastigação em função de tumor de gengiva localizado na arcada dentária inferior. Ocorre característicamente os tumores ovarianos. As células de Burkitt são morfologicamente idênticas aos blastos L3. No linfoma de Burkitt a imunofenotipagem expressa reatividade ao CD10.
Resumo - O linfoma de Burkitt envolve principalmente sítios extra-nodais. Pode ser classificado como endêmico, relacionado ao HIV e esporádico, estando a última forma relacionada à crianças e adultos jovens. No relato em questão, estudou-se oito casos de linfoma de Burkitt da variante esporádica durante os anos de 1998 e 2001. Os dados clínicos foram obtidos mediante revisão de prontuários e revisão das lâminas histológicas. A relação masculino: feminino foi de 5:3, e a idade média, no momento do diagnóstico, foi de 5 anos e 5 meses. Em cinco pacientes, o tumor primário encontrava-se no abdômen, enquanto que nos três restantes, na região cervical. Três pacientes apresentaram metástases para sistema nervoso central. A mortalidade de 62,5%, registrada em 9 meses foi devido ao diagnóstico tardio da doença e a agressividade biológica deste tipo de linfoma.

Linfoma de Burkitt ou Leucemia Linfóide Aguda L3: Uma forma muita rara e agressiva de linfoma. Há três subtipos de linfoma de Burkitt: endêmico, esporádico e imunodeficiente-relacionado.

A forma endêmica ocorre de forma mais freqüente na África, com envolvimento dos ossos maxilares e lifonodos de crianças sendo associado ao vírus Epstein-Barr.

O linfoma de Burkitt esporádico é mais comum em países como os EUA e Brasil podendo ser identificado uma inatividade de um gene denominado c-myc. É comum em crianças e tem altas chances de cura com quimioterapia intensiva. Quando há envolvimento de mais de 25% da medula óssea é denominado leucemia linfóide aguda L3 e o uso de quimioterapia intensiva combinado ao transplante de células-tronco hematopoéticas aumentam as chances de cura do paciente.

O linfoma de Burkitt denominado imudeficiente relacionado pode ocorrer em crianças portadoras de imunodeficiências congênitas ou pacientes portadores de HIV.

Nas três formas, é um tipo agressivo de linfoma, onde requer altas doses de quimioterapia, mas com altas chances de cura.  (+ info)

Quanto podem os glânglios linfáticos e a que velocidade crescer se uma pessoa sofrer de linfoma de hodgkin?


Boas tardes, eu tenho um glânglio linfático na zona lateral do pescoço abaixo do maxilar, que tem vindo a crescer nos últimos tempo já tendo agora 2 cm, não me dói e é móvel.
Agora, gostava de saber se posso isto pode ser um caso de linfoma de hodgkin.
E já agora, a partir de que tamanho(glânglio linfático) é que começa a ser preocupante?
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Olá

Há vários tipos de tumores que acometem os glânglios linfáticos que tem maneiras diferentes de manifestação. Via de regra, não é o tamanho que determina a severidade da doença, mas sim o grau de malignização tumoral. Tumores muito pequenos também podem ser altamente agressivos ou mesmo ter manifestações iniciais (sem dor ou qualquer outro sintoma) que podem passar desapercebidos. Creio que o melhor caminho para vc seria consultar um médico. O especialista a ser consultado seria o cirurgião de cabeça e pescoço.

Agende sua consulta o quanto antes e boa sorte, []s  (+ info)

Aumento das plaquetas em paciente com linfoma de manto estadio IV o que pode significar?


Meu pai tem linfoma de manto estadio IV e está fazendo quimioterapia, e o exame de sangue deu um nº muito elevado das plaquetas.
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É comum este tipo de alteração em indivíduos em quimioterapia. Não tem significado clínico. Pergunte ao oncologista dele se pode atrapalhar no tratamento.

[]s  (+ info)

Todos o tratamentos de linfoma ocorrem com queda de cabelo?


Em todos o tratamentos de linfoma as pessoas têm queda de cabelo?
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Olá, aqui vai uma resposta que achamos que vai ajudar você.

A raiz do cabelo é o folículo piloso. Ele é formado por células que se dividem, fazendo com que o fio de cabelo cresça. Como as células que estão em divisão são as mais sensíveis a sofrer os efeitos tóxicos da quimioterapia, o cabelo pode ter seu crescimento afetado, o que leva à queda do fio. Porém, trata-se de um efeito reversível, e o cabelo voltará a crescer na sua velocidade normal.

É preciso ter em mente um detalhe muito importante: nem toda a quimioterapia leva à queda de cabelo. Se uma determinada quimioterapia irá ou não causar a queda de cabelo, vai depender de dois fatores muito importantes:

1) O tipo de droga empregada: existem quimioterápicos que são altamente tóxicos para o cabelo. Se uma dessas drogas for utilizada, é seguro que seu cabelo irá cair. Drogas pouco tóxicas tendem a poupar o cabelo, exceto se seu uso for prolongado. Nesse caso, pode haver um aumento da queda diária dos fios, que demora a se manifestar.

2) Sua sensibilidade ao tratamento: mesmo drogas pouco tóxicas podem, em algumas pessoas, ter efeitos colaterais bem maiores que o esperado. Essa sensibilidade, bastante rara, não é passível de uma avaliação prévia.

Não existem medidas eficazes para evitar a queda de cabelo. Mas é importante sempre lembrar que o efeito é transitório e o cabelo volta a crescer algumas semanas após o término do tratamento. Alguns pacientes decidem utilizar perucas, lenços, bonés e chapéus. Opte por aquilo que o faça se sentir melhor e mais confortável.  (+ info)

Até quanto tempo é considerado detecção precoce de linfoma?


A Doença de Hodgkin pode surgir em qualquer parte do corpo, e os sintomas da doença dependem da sua
localização. Caso desenvolva-se em linfonodos que estão próximos à pele, no pescoço, axilas e virilhas, os sintomas provavelmente incluirão a apresentação de linfonodos aumentados e indolores nestes locais. Se a doença ocorre na região do tórax, os sintomas podem ser de tosse, "falta de ar" (dispnéia) e dor torácica. E quando se apresenta na pelve e no abdome, os sintomas podem ser de plenitude e distensão abdominal.

Outros sintomas da Doença de Hodgkin incluem febre, fadiga, sudorese noturna, perda de peso, e prurido ("coceira na pele").


Diagnóstico
Utilizam-se vários tipos de exames para diagnosticar Doença de Hodgkin. Estes procedimentos permitem determinar seu tipo específico, e esclarecer outras informações úteis para decidir sobre a forma mais adequada de tratamento.

A biópsia é considerada obrigatória para o diagnóstico de Doença de Hodgkin. Durante o procedimento, remove-se uma pequena amostra de tecido para análise, em geral um gânglio linfático aumentado. Há vários tipos de biópsia:

• Biópsia excisional ou incisional - o médico, através de uma incisão na pele, remove um gânglio inteiro (excisional), ou uma pequena parte (incisional);

• Biópsia de medula óssea - retira-se um pequeno fragmento da medula óssea através de agulha. Esse procedimento não fornece diagnóstico da Doença de Hodgkin, mas é fundamental para determinar a extensão da disseminação da doença;

Também são necessários exames de imagem para determinar a localização das tumorações no corpo. Radiografias são empregadas para detectar tumores no tórax; usando-se Tomografia Computadorizada, são obtidas imagens detalhadas do corpo sob diversos ângulos. Já a Ressonância Magnética utiliza ondas magnéticas e de rádio para produzir imagens de partes moles e órgãos; e na Cintigrafia com Gálio, uma substância radioativa, ao ser injetada no corpo do paciente é atraída para locais acometidos pela doença.

Além disso, são utilizados outros tipos de exames que ajudam a determinar características específicas das células tumorais nos tecidos biopsiados. Estes testes incluem:

• Estudos de citogenética para determinar alterações cromossômicas nas células;

• Imunohistoquímica, na qual anticorpos são usados para distinguir entre vários tipos de células cancerosas;

• Estudos de genética molecular, que são testes de DNA e RNA altamente sensíveis para determinar traços genéticos específicos das células cancerosas.  (+ info)

Porque será que faz 10 anos que o governo não atualiza a lista de medicamentos do SUS para tratar o Linfoma?


Desleixo e descaso!
A Associação de medicina de cada estado deveria fazer isso e mandar para o ministério da saúde. Mas o descaso, que começa pelas prefeituras vai longe!
Eu era associado do SINAM, sistema nacional de atendimento médico, que seria na época uma alternativa às operadoras de saúde privadas.
Mas no governo Lula, a coisa foi abandonada.
Previam que apenas umas cem mil pessoas iriam se cadastrar, mas quase dois milhões de usuários se cadastraram.
Bom, mas por que eu citei o SINAM?
Porque ele tem uma tabela, que era emitida pela Associação Medica Brasileira.

-Existe tal tabela atualmente, onde coloca um valor para procedimentos como consultas e pequenas cirurgias, inclusive dentárias?
NÃO!
Agora imagine que deixaram quase dois milhões na mão, porque não quiseram mais atualizar os preços dos procedimentos médicos, fazendo que boa parte dos hospitais e médicos deixassem de trabalhar com o SINAM e seus associados.
-Pense então, se existe interesse por parte de alguém, em atualizar uma lista de remédios para tratamento na rede pública?
Com toda certeza não!
Tente entrar em contato com a Associação Médica Brasileira, e ver o que eles falam!
Veja a tabela da AMB, que está parada no tempo, e que não é mais RESPEITADA pelos médicos associados ao SINAM, e imagine a burocracia que deve ser para se fazer pesquisas de novas tabelas de preços e remédios.  (+ info)

Linfoma ósseo pode ser transmitido através de transplante de osso ?


Caraca, nunca tinha pensado nisso!! Boa pergunta!! não tenho a mínima idéia....bj  (+ info)

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Última atualização: Setembro 2014
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